PremiumJPAB cria equipa para apoiar negócios no Golfo Pérsico

‘Desk’ para assessorar empresas que pretendam internacionalizar para a região do Médio Oriente conta com o consultor Imran Mhomed e uma equipa multidisciplinar do escritório.

Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Qatar, Omã, Bahrein e Kuwait são os seis países para onde a sociedade de advogados JPAB – José Pedro Aguiar Branco pretende as empresas portuguesas exportem e invistam, para gerar também mais investimento árabe em Portugal. O co-managing partner do escritório fundado pelo ex-ministro Aguiar Branco avançou, em entrevista ao Jornal Económico (JE), que foi criada uma desk interna dedicada ao Golfo Pérsico (ou Arábico), porque existem oportunidades no Médio Oriente que não estão a ser aproveitadas pelos gestores – e vão muito além de visitar exposições no Dubai.

“É uma antecipação porque sabemos que esta região será determinante para os empresários portugueses. No sector agroalimentar, por exemplo, tem o maior índice de consumo de alimentos per capita do mundo. Está a verificar-se uma diversificação da economia, além do petróleo, com grandes eventos, foco no desporto, na saúde… Portugal tem este know-how e é capaz de internacionalizá-lo”, garante Paulo Cutileiro Correia.

 

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Pares Advogados assessoraram Sevenair Academy na compra dos ativos da norte-americana L3Harris Technologies

Com esta aquisição, que teve lugar após a entrada de um novo acionista na empresa – o “family office” Worldapproach, de Isaías Gomes Teixeira – a Sevenair Academy torna-se a maior escola de formação de pilotos da Europa, com duas bases de formação (Cascais e Ponte de Sor).

PremiumPorto Law Summit debate sociedades multidisciplinares

As sociedades multidisciplinares – formadas por advogados e outros profissionais – estão a chegar. O bastonário Luís Menezes Leitão, que se recandidata ao cargo, não está disponível para as aceitar.

Diferendo entre Ordem dos Advogados e Conselho de Deontologia de Lisboa volta “à estaca zero”

O despacho deixa o recurso apresentado em janeiro desse ano pelo bastonário, Luís Menezes Leitão, novamente por decidir, contrariando o próprio entendimento que esta 3.ª Secção do CS havia tido anteriormente.
Comentários