JPP alerta que complemento social de pensão atingiu menos de 20% dos possíveis beneficiários

A secretária regional da Inclusão Social e Cidadania não negou o problema, e justificou essa menor taxa de execução com o fato de os “idosos estarem mais recolhidos devido à pandemia”, e por não existir interconexão de dados entre segurança social, o seu gabinete e outras instituições.

O JPP afirmou que dos 800 mil euros alocados ao complemento social de pensão, só foram concretizados 147 mil euros. O partido diz que esta verba atingiu menos de 20% daqueles que podiam beneficiar deste apoio.

O deputado do JPP, Élvio Sousa, considerou que o complemento social de pensão foi uma boa medida tomada pelo executivo madeirense, mas alertou que as verbas que estão inscritas no orçamento “não quer dizer que sejam concretizadas”.

Élvio Sousa disse que este apoio às pensões só chegou a 700 beneficiários de um universo que se pretendia que fosse maior, durante a discussão na especialidade do Orçamento Regional da Madeira e do Plano e Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração da Região Autónoma da Madeira (PIDDAR), que decorre esta quinta-feira na Assembleia Legislativa da Madeira.

Em resposta, a secretária regional da Inclusão Social e Cidadania, Augusta Aguiar, não negou o problema, ao dizer que “não estava satisfeita” com a execução que foi feita do complemento de pensão.

A governante justificou essa menor taxa de execução com “o facto de os idosos estarem mais recolhidos devido à pandemia”.

Augusta Aguiar disse que outro fator que impediu uma maior taxa de execução foi o facto de não se permitir uma interconexão de dados entre a segurança social, o seu gabinete, e outras instituições.

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