Laboratórios hospitalares. PPP podem reduzir custos em 80 milhões

Prevista redução de 25% da despesa corrente em serviços laboratoriais.


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Os potenciais benefícios das parcerias público-privadas nos laboratórios hospitalares portugueses podem significar uma redução de custos nas análises clínicas laboratoriais na ordem dos 80 milhões de euros, conclui estudo realizado pela EY em colaboração com a Unilabs e um grande número de profissionais de patologia clínica e anatomia patológica, bem como de executivos de hospitais locais e internacionais e autoridades de saúde portuguesas e que analisa o “Panorama dos laboratórios clínicos em Portugal”.

Os responsáveis do estudo concluem que “aumentando as colaborações público-privadas com os laboratórios clínicos nos hospitais públicos, o Serviço Nacional de Saúde poderia colher benefícios importantes. Por exemplo, as despesas atuais para patologia clínica e anatomia patológica ascendem a perto de 265,6 milhões de euros por ano representando um enorme campo de oportunidades para obter poupanças para o sistema”.

“Caso se externalizassem, os laboratórios dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde as poupanças na despesa pública com saúde poderiam atingir 53 a 80 milhões de euros por ano, o que representa uma redução muito significativa de 25% da despesa corrente em serviços laboratoriais; 83% destas poupanças potenciais correspondem à patologia clínica”, revela o estudo.

O estudo, que foi apresentado na Universidade Católica, refere ainda que a redução de custos representa uma redução das despesas pública com hospitais de cerca de 1.6%, uma redução no CAPEX (despesas de investimento), e um potencial aumento no acesso à inovação e uma melhoria da qualidade dos cuidados prestados.

Com a saúde a ser uma das áreas mais atingidas pelas medidas gerais de austeridade na Europa, Portugal foi um dos países onde a redução com a despesa pública de saúde ultrapassou a dos outros países da União Europeia, já que sofreu o maior decréscimo (-18.5%) no período entre 2010 e 2013. Mesmo assim, no nosso país a despesa com a saúde como percentagem do PIB permanece acima dos 10% (2013), um valor significativamente mais elevado do que em países semelhantes como a Espanha, a Itália ou a Grécia.

OJEE

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