Legislativas: PCP traça objetivo de impedir maiorias absolutas e “arranjos” entre PS e PSD

As “soluções para os problemas do país exigem que, quer as maiorias absolutas, quer os arranjos entre PS e PSD em curso, sejam derrotados”, lê-se no compromisso eleitoral dos comunistas, que classifica esta estratégia como “elemento decisivo” para “abrir caminho a uma política determinada pelos interesses dos trabalhadores”.

Tiago Petinga/Lusa

O PCP delineou como um dos objetivos para as eleições legislativas impedir as maiorias absolutas e os “arranjos entre PS e PSD em curso” e insistiu no aumento do salário mínimo para 800 euros já em 2022.

Estes objetivos constam do compromisso eleitoral do PCP para as eleições legislativas de 30 de janeiro de 2022, em que concorre coligado com o PEV e com a Associação Intervenção Democrática através da Coligação Democrática Unitária (CDU), que foi apresentado esta segunda-feira em Lisboa.

As “soluções para os problemas do país exigem que, quer as maiorias absolutas, quer os arranjos entre PS e PSD em curso, sejam derrotados”, lê-se no compromisso eleitoral dos comunistas, que classifica esta estratégia como “elemento decisivo” para “abrir caminho a uma política determinada pelos interesses dos trabalhadores”.

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