PremiumLesados do Banif à espera do sim político numa altura em que o tempo começa a pesar

A ALBOA disse estar “otimista” em relação à criação do grupo de trabalho, sublinhando que os membros desta estrutura “estão de boa-fé”. Só na Madeira há cerca de 900 famílias lesadas.

A Associação de Lesados do Banif (ALBOA), criada em 2016, na sequência de manifestações dos lesados, espera um sim político, numa altura em que destaca que o tempo começa a pesar muito em cada um dos lesados.

Na sequência da criação de um grupo de trabalho com o objetivo de criar uma solução para os lesados, criado no ano passado, e que teve a sua primeira reunião formal no dia 23 de setembro deste ano no Ministério das Finanças, a ALBOA vinca a sua posição de defesa “de um Fundo de Recuperação de Créditos, nos termos da Lei 69/2017 de 18 de agosto, tal como ocorreu para os lesados do Papel Comercial do Banco Espírito Santo”.

“Os lesados do Banif viram-se envolvidos na resolução de um banco , com capitais públicos, que lhes imputou perdas que não podem ser admitidas num Estado de Direito moderno”, vinca.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor. Edição do Económico Madeira de 7 de outubro.

Recomendadas

Premium“O desenho pode ser um ponto de partida para começar uma coleção”

“Os portugueses conhecem os seus artistas, respeitam-nos e valorizam-nos”. Palavra de curadora, que é também diretora da única feira dedicada ao desenho em Portugal. Mónica Álvarez Careaga fala ao JE na identidade muito própria da Drawing Room Lisboa e da sua crescente “portugalidade”, que considera ser o reconhecimento de “várias gerações de excelentes artistas” portugueses.

PremiumSom harmonioso

Desenvolvido em segredo, o Co-Axial Master Chronometer Calibre 1932 é o primeiro movimento de relojoaria do mundo a fundir as funções de cronógrafo e de repetidor de minutos, necessitando do seu próprio “cérebro” mecânico para fazer soar o tempo decorrido.

PremiumSobre a necessidade de reinvenção de um continente no século XXI

Uma reportagem recente de um consórcio nacional de jornalistas trouxe para a luz do dia a existência de um número verdadeiramente assustador de elementos das forças de segurança portuguesas que não honram a farda, semeando o ódio, incentivando à violência e demonstrando um feroz racismo, quer contra cidadãos de etnia cigana, quer contra negros.
Comentários