Lidl cria 200 postos de trabalho no entreposto semi-robotizado de Santo Tirso

O investimento somou 73 milhões e “foram criados quase 200 novos postos de trabalho, os quais se juntam os colaboradores que transitaram do anterior entreposto Lidl em Famalicão, construindo uma equipa de cerca de 350 colaboradores”, diz a cadeia de supermercados.

O Lidl investiu 73 milhões de euros no entreposto semi-robotizado de Santo Tirso e que assegura o fornecimento das lojas do norte de Portugal. Este entreposto veio contribuir para a dinamização da economia local, com o desenvolvimento de uma nova zona industrial no Norte do país, e para a criação de quase duzentos novos postos de trabalho.

“Dando continuidade à aposta crescente que o Lidl tem vindo a fazer na região Norte, onde já tem 82 lojas, este entreposto teve um investimento de 73 milhões e vem substituir o anterior, de Vila Nova Famalicão, existente desde 1997”, diz o Lidl em comunicado.

“Esta substituição exigiu uma reorganização das equipas existentes, tendo sido criados quase 200 novos postos de trabalho, os quais se juntam os colaboradores que transitaram do anterior entreposto Lidl em Famalicão, construindo uma equipa de cerca de 350 colaboradores”, diz a cadeia de supermercados.

O entreposto que marca o desenvolvimento de uma nova zona industrial em Santo Tirso (Zona Industrial da Ermida), ocupa um espaço de 48 mil metros quadrados, equivalente a 5 campos de futebol e tem capacidade para abastecer mais de 100 lojas, garantindo uma maior eficiência de resposta e ganhos significativos do ponto de vista da sustentabilidade das operações. A capacidade de armazenagem é de 55 mil paletes e conta com mais de 90 cais.

“Este projeto torna-se diferenciador, especialmente, por se tratar do primeiro entreposto semi-robotizado do Lidl em Portugal, o que traz benefícios, como um maior ganho de capacidade de armazenamento por m2, menos perdas de produto, maior eficiência da operação e uma mais eficiente organização da entrada e saída das paletes”, refere o Lidl.

Em suma, “traduz-se num investimento diferenciador do retalhista nos seus entrepostos, uma vez que o introduz num novo modelo industrial, no qual se incluem as tecnologias de automação na execução de edifícios inteligentes”, conclui a cadeia de retalho alimentar.

“O entreposto conta com energias renováveis (painéis solares) e uma gestão inteligente da iluminação (garantida através de sensores), bem como câmaras de frio com um sistema de arrefecimento com recurso a gases/fluidos naturais, que minimizam os efeitos nocivos para a camada do ozono”, refere o Lidl que destaca o seu compromisso com a sustentabilidade.

“À  semelhança de todos os entrepostos e lojas Lidl, tem a certificação ISO50001 – um sistema de gestão de energia que visa um melhor desempenho, consumo e eficiência – e da certificação BREEAM, que classifica os edifícios sustentáveis tendo em conta categorias como: gestão, saúde e bem-estar, energia, transporte, água, materiais, resíduos, utilização do solo e ecologia, e contaminação; e que visa minimizar os efeitos negativos dos edifícios nos ambientes locais e globais, promovendo o conforto e saúde nos espaços interiores”, adianta o Lidl.

O entreposto conta ainda com 400 lugares de estacionamento e seis estações duplas de carregamento para veículos elétricos, “na sequência do compromisso assumido pela empresa a nível de mobilidade sustentável, anunciada em junho 2020”.

Está prevista a criação de uma rede de mais de 100 postos, até ao final de fevereiro de 2022, ligando Portugal de Norte a Sul, em todas as capitais de distrito.

O entreposto tem 264 empresas parceiras do Lidl (das quais cerca de 90% nacionais).

 

 

 

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