PremiumLisboa vai ter mais 570 camas em ‘coliving’ até 2021

Estudo mostra enorme procura potencial para habitação partilhada, mas Portugal está longe do cenário europeu, com a oferta atual limitada. O maior projeto, no centro de Lisboa, vai acrescentar 300 camas.

Lisboa vai ter até 2021 mais 570 camas para o segmento de coliving. Esta é a principal nota de destaque do estudo “Portugal Coliving – Follow the Trend”, divulgado pela consultora imobiliária JLL. A aposta surge para dar resposta a uma área, que atualmente contabiliza apenas 50 camas, entre Lisboa e Porto, e que fica bastante longe, do panorama europeu, onde existem 23.500 camas operacionais.

Este pipeline de 570 camas inclui o projeto Smart Studios, com 114 camas em Santa Apolónia, idealizado para dar resposta aos profissionais do Hub Criativo do Beato, onde os preços mensais variam entre os 628 euros e os 1.198 euros, com todas as despesas incluídas. Próximo desta freguesia irá nascer um outro espaço de coliving com aproximadamente 120 camas, estando reservado para o centro de Lisboa o maior dos projetos, com 300 camas e vários espaços de coworking. Já para o Porto está previsto um coliving com capacidade para 40 camas, a cargo da empresa B-Hive Living.

Conteúdo reservado a assinantes. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

Recomendadas

Vanguard é o patrocinador oficial da Trienal de Arquitectura de Lisboa 2022

O promotor imobiliário é o patrocinador oficial da 6ª edição da Trienal de Arquitectura de Lisboa, que vai decorrer entre 29 de setembro e 5 de dezembro, revela a empresa liderada por José Cardoso Botelho em comunicado.

Israelita entra no mercado imobiliário português com investimento de 84 milhões

David Rabbi chega ao mercado português através da promotora Yard Properties, que vai ficar sediada em Lisboa. O primeiro projeto representa um investimento de 13,5 milhões de euros, mas em carteira já estão mais dois negócios que devem chegar aos 71 milhões.

Só 8% das casas para arrendar em Lisboa custam menos de mil euros mensais

Percentagem cai para os 2% no caso dos imóveis com rendas abaixo dos 750 euros por mês, sendo de 21% em termos nacionais.
Comentários