Louco ano de Bezos. Divórcio custou-lhe oito mil milhões de euros mas ainda é o mais rico do mundo

O fundador e CEO da Amazon, Jeff Bezos, perdeu mais dinheiro do que qualquer outro bilionário em 2019, após a separação de MacKenzie Bezos. Mesmo assim, continua a ser o mais rico do mundo.

Alex Wong | Getty Images

O fundador e CEO da Amazon, Jeff Bezos, perdeu mais dinheiro do que qualquer outro multimilionário em 2019, mas continua a ser o homem mais rico do mundo. Dos 102 mil milhões de euros em património líquido, Jeff Bezos perdeu oito mil milhões este ano, segundo revela o Índice de Bilionários da “Bloomberg” esta terça-feira, 31 de dezembro.

Este declínio foi o segundo maior da lista, um pouco menos do que o sofrido pelo magnata da imprensa Rupert Murdoch, cujo património líquido caiu para mais de metade. A perda de Bezos é explicada pelo custo da sua separação de MacKenzie Bezos, depois de 26 anos de casamento. Os dois anunciaram a separação em janeiro.

O acordo tirou uma grande parte do património líquido de Jeff Bezos, que atingiu um pico superior a 145 mil milhões de euros no final de 2018, segundo a “Bloomberg”.

A sua queda também criou uma nova milionária, claro está a sua ex-mulher MacKenzie Bezos, que terminou o ano em 25º lugar no índice Bloomberg, com 37,1 mil milhões de dólares em seu nome, sendo a quinta mulher mais rica da lista.

Recomendadas

Eleições no Brasil: Bolsonaro acredita que terá no mínimo 60% dos votos

Às presidenciais brasileiras concorrem onze candidatos: Jair Bolsonaro, Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Gomes, Simone Tebet, Luís Felipe D’Ávila, Soraya Tronicke, Eymael, Padre Kelmon, Leonardo Pericles, Sofia Manzano e Vera Lúcia.

Reino Unido: Congresso do Partido Conservador ensombrado por “tempestade” financeira 

Eleita líder dos ‘tories’ apenas no início de setembro, Truss vai enfrentar militantes e deputados irritados com a repercussão do “mini-orçamento” de 23 de setembro nos mercados financeiros, afundando o valor da libra esterlina e fazendo disparar os juros da dívida pública. 

Austrália anuncia sanções contra 28 russos após anexação

As novas sanções visam pessoas que violam a lei internacional para “legitimar as ações ilegais da Rússia na Ucrânia por meio de falsos referendos, desinformação e intimidação”, referiu o comunicado.
Comentários