Lucros da REN sobem 19% para 81 milhões

Companhia liderada por Rodrigo Costa anunciou hoje os resultados até setembro.

Os lucros da REN subiram 19% para 81 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano face a período homólogo, anunciou hoje a empresa.

A subida dos lucros deve-se ao “aumento do EBIT (+€11,5M) e a melhores resultados financeiros (+€5,3M)”.

A impactar negativamente, esteve o aumento nos impostos (+€2,8M) e uma “CESE mais pesada (+1,0M€), face ao crescimento de RAB [ativos regulados]”.

O EBITDA melhorou 5% para 361 milhões, maioritariamente devido ao “EBITDA no negócio doméstico (+€12,5M) em resultado do crescimento de ativos e da remuneração de Opex (€16,4M), ligeiramente atenuado pelo aumento do opex core (+€4,2M), devido ao incremento em custos de eletricidade no Terminal de GNL (+€7,9M).

A companhia liderada por Rodrigo Costa também destaca a “sólida contribuição por parte do negócio internacional, com um impacto de +€5,0M em EBITDA, com a Electrogas a representar
+€3,5M”.

Já o investimento (Capex) recuou 16 milhões para 126 milhões. Por sua vez, as “transferências para RAB cresceram em €2,8M para €83,2M vs 9M21, igualando o aumento no negócio de distribuição do gás (+€2,8M), enquanto que a evolução positiva na eletricidade (+€2,7M) foi totalmente eliminada pelo negócio da transmissão de gás natural”.

Em termos de operação, a REN destaca que a “energia proveniente de fontes renováveis atingiu 44,4% da oferta total, uma redução de cerca de 16,6pp face ao 9M21, atribuído à escassez de energia renovável. O consumo de eletricidade aumentou 2,9%, enquanto que o consumo de gás natural caiu 1,2%”.

Recomendadas

Banco de Fomento lança consulta pública para dois novos Programas de co-investimento em PME

Estando ainda disponível o montante de 475 milhões de euros para lançar novos Programas, “o BPF convida as empresas e todos os interessados a participar na consulta pública acerca de futuras soluções de capital e quase capital, com o objetivo de obter contributos sobre as condições de dois Instrumentos Financeiros pré-estruturados destinados a fomentar a constituição de empresas e/ou capitalização empresarial”, revela o banco liderado por Ana Carvalho.

Premium“Somos a ótica das pessoas e que traz o know how francês”, diz CEO do grupo MonOpticien

Em entrevista ao JE, o CEO do grupo MonOpticien, Florent Carriére, explica o modelo de subscrição que traz para Portugal. “O meu concorrente não é a Multióticas, é a a Netflix e o Spotify”, sublinha.

Bancos da zona euro devolvem antecipadamente 447,5 mil milhões ao BCE

Este montante vem juntar-se aos quase 300 mil milhões de euros que foram reembolsados antecipadamente em 23 de novembro.
Comentários