Luís Alberto Silva reeleito como presidente da União das Mutualidades Portuguesas

O responsável da UMP (União das Mutualidades Portuguesas) diz que no novo mandato “aposta na inovação, no rejuvescimento, na comunicação e na internacionalização do modelo mutualista, sobretudo junto dos países da CPLP”.

Luís Alberto Silva foi reeleito como presidente do Conselho de Administração da União das Mutualidades Portuguesas, disse a instituição em comunicado.

Em 2015, Luís Alberto Silva liderou uma listaque concorreu às eleições para os órgãos sociais da Montepio Geral Associação Mutualista, em que venceu Tomás Correia.

A União das Mutualidades Portuguesas elegeu os seus Órgãos Associativos para o triénio 2018-2020, numa Assembleia Geral realizada no passado sábado, em Coimbra.

A entidade que representa o Movimento Mutualista português, e que agrega um milhão de associados em Portugal e mais de 2.5 milhões de beneficiários elegeu para o Conselho de Administração, para além da Mutualidade de Santa Maria – Associação Mutualista (Luís Alberto Silva); a Familiar – Associação de Socorros Mútuos da Póvoa de Varzim (Jani Salomé Silva); a Familiar de Espinho – Associação Mutualista (José dos Santos Almeida); a Associação de Socorros Mútuos “Protectora dos Artistas” de Faro (João Cardoso Esteves) e a Associação de Socorros Mútuos Fraternal dos Artistas Vilafranquenses (José Costa de Carvalho), segundo o comunicado.

O responsável da UMP (União das Mutualidades Portuguesas) diz que no novo mandato “aposta na inovação, no rejuvescimento, na comunicação e na internacionalização do modelo mutualista, sobretudo junto dos países da CPLP”, reforçando assim as apostas estratégicas atuais.

“A defesa de um Movimento como o nosso exige que se trabalhe em prol da coesão e da harmonização”, referiu Luís Alberto Silva na cerimónia de tomada de posse.

“Ao longo de 720 anos, o Mutualismo provou a sua validade e a sua importância no contexto português, nas mais diferentes conjunturas políticas, sociais e económicas. Mas há, atualmente, vários outros territórios onde o modelo mutualista poderá ter um papel importantíssimo na esfera social e económica. É esse o princípio que está na base do nosso projeto de internacionalização, focado sobretudo nos países da CPLP e que deu já origem a um protocolo de cooperação com o Governo de São Tomé e Príncipe”, anunciou o novo presidente, segundo o comunicado.

“O Movimento Mutualista precisa de se rejuvenescer sem se descaracterizar” disse.

No sufrágio, realizado nas instalações da Casa da Mutualidade d’A Previdência Portuguesa, em Coimbra, os representantes das Associações Mutualistas elegeram os novos Órgãos Associativos com 95% dos votos a favor e 5% de votos em branco.

A Assembleia Geral Ordinária também aprovou os outros dois pontos da ordem de trabalhos: o Programa de Ação e Orçamento para 2018 e respetivo parecer do Conselho Fiscal, e a adesão da União das Mutualidades Portuguesas à futura Confederação da Economia Social Portuguesa (CESP).

 

 

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