PremiumLula da Silva à procura de 40 mil milhões para o Orçamento de Estado

Demorou, mas aconteceu: Jair Bolsonaro aceitou passar a pasta do poder ao seu adversário, mas não desiste de o pressionar. Lula da Silva tem desafios internos, mas também na frente externa.

A equipa que o presidente eleito do Brasil, Inácio Lula da Silva, criou para debater o Orçamento do Estado para 2023 descobriu que o erário público vai precisar de mais 200 mil milhões de reais – mais de 39 mil milhões de euros – para acomodar a despesa acrescentada pelas promessas eleitorais do ainda presidente Jair Bolsonaro.

Segundo a imprensa brasileira, o cálculo da nova despesa, não orçamentada, tem por base os auxílios de 600 reais aos mais carenciados, o ajuste real do salário mínimo (entre 1,3% e 1,4%) e a recomposição de programas sociais que foram subavaliados (dando o exemplo da Farmácia Popular). Financiamento de infraestruturas e de outros investimentos do Estado também estão, na ótica da equipa de Lula da Silva, deficientemente tratados na conta geral do Brasil. O défice gerado pelas promessas de Jair Bolsonaro já tinha sido antecipado pela equipa de Lula da Silva – que se prepara para novas surpresas quando, dentro de dois meses, der entrada de facto nos interstícios da máquina administrativa brasileira.

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