m-Banking. Adesão é grande, ameaças crescem

Fazer transações financeiras através de dispositivos móveis já é uma realidade para 28% das PME e 34% das grandes empresas a nível mundial. O número de ameaças está também a aumentar: mais de três mil novos “trojans” em apenas seis meses.


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Metade dos responsáveis das empresas inquiridas afirma que faz pagamentos através de uma aplicação móvel. Estas são as conclusões de um estudo da Kaspersky Lab, fabricante de antivírus e outras soluções de segurança eletrónica e que pretende alertar as empresas para os riscos que acarretam aquele tipo de práticas sem as devidas medidas de segurança.

Os dados foram extraídos de um estudo conjunto da Kaspersky Lab e da B2B International, que procuraram saber que percentagem das empresas a nível global utiliza dispositivos móveis para aceder às contas bancárias e realizar transações financeiras. A resposta foi: 34% das empresas.

O estudo revela que, a nível empresarial, se estão a fazer cada vez mais operações financeiras a partir de dispositivos móveis. Em concreto, 28% das pequenas e médias empresas e 34% das grandes empresas realizam transações financeiras através de dispositivos móveis.

As operações são feitas por pessoal dos departamentos financeiros (63%), mas também pelos executivos de topo (54%) e também por outros colaboradores (8%).

O uso crescente dos dispositivos móveis na banca empresarial representa um risco para a situação financeira da empresa, já que as ciberameaças móveis têm aumentado a grande ritmo nos últimos anos e já são tão perigosas para os utilizadores como as ameaças para PC.

No terceiro trimestre de 2015, as soluções da Kaspersky Lab para dispositivos móveis detetaram mais de 300.000 novos programas maliciosos. E os que mais cresceram nos últimos meses têm a ver com as aplicações financeiras: os Trojans bancários, desenhados para roubar credenciais dos sistemas de pagamento eletrónico e de banca online, assim como dados de cartões de crédito ou débito. Em apenas seis meses surgiram mais de três mil novas ameaças. “A proporção deste tipo de malware cresceu dos 0,6% (630 programas) no segundo trimestre para os 1,5% (2.500 programas) no terceiro”, alerta a Kaspersky.

“A tendência mostra um aumento contínuo no uso da banca móvel por parte de clientes empresariais. Isto cria um imperativo operacional para os bancos que devem ter cada vez mais em conta a segurança e a prevenção da fraude, com o objetivo de garantir adequadamente aplicações seguras de banca móvel e proteger os dados confidenciais dos clientes. Todos os utilizadores dos serviços de banca móvel, as empresas e os consumidores em geral devem estar atentos à sua própria segurança e ao seu comportamento, questionando as medidas adotadas pelo seu banco para garantir a sua segurança”, afirma Alfonso Ramírez, diretor geral da Kaspersky Lab Iberia.

O estudo foi realizado através de um inquérito mundial em 2015 em colaboração com a B2B International junto de 5500 empresas em 26 países de todo o mundo.

OJE

 

 

Recomendadas

El Corte Inglés contrata mais de 500 colaboradores para o Natal

“Para além deste período de Natal, há ainda possibilidade de permanecerem em contratos futuros, tal como tem acontecido em anos anteriores”, garante a empresa.

Bosch Industry Consulting abre escritório em Espanha

As operações da Bosch Industry Consulting em Espanha irão beneficiar da existência do centro de competências da Bosch em Aveiro.

EDP Brasil emite papel comercial no valor de 292 milhões de euros para amortizar dívida ao BNDES

O objetivo da emissão é realizar o pagamento antecipado da dívida com o Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social – BNDES, no montante aproximado de 470 milhões de reais e distribuir o restante ao acionista, diz a empresa.