Macau atribui licenças 5G à CTM e China Telecom

As licenças são válidas por um prazo de oito anos e as empresas ficam obrigadas a “iniciar a prestação dos seus serviços comerciais no prazo de um ano”, de acordo com um despacho publicado em Boletim Oficial pelo Gabinete do chefe do Executivo.

Macau anunciou hoje a atribuição de licenças para instalar e operar uma rede 5G à Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM) e à China Telecom (Macau) Limitada.

As licenças são válidas por um prazo de oito anos e as empresas ficam obrigadas a “iniciar a prestação dos seus serviços comerciais no prazo de um ano”, de acordo com um despacho publicado em Boletim Oficial pelo Gabinete do chefe do Executivo.

O concurso público para a atribuição de quatro licenças tinha sido lançado a 30 de junho.

O território é a única região sem cobertura 5G entre as cidades da Grande Baía, o projeto de Pequim para criar uma metrópole mundial que integra Macau, Hong Kong e nove cidades da província de Guangdong.

Isto apesar de uma das operadoras locais, a CTM, ter investido já 600 milhões de patacas (75,7 milhões de euros) no sistema, indicou a empresa, em maio.

A CTM começou a apostar na rede de quinta geração em 2020 e já garantira estar pronta para explorar comercialmente o sistema desde junho do ano passado.

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