Madeira: CDS sublinha que apoio às tecnológicas foi aposta ganha pelo Governo Regional

O líder parlamentar centrista manifesta também o seu agrado pelo facto de região ter a capacidade para atrair este tipo de trabalhadores, que são pessoas qualificadas, com poder de compra elevado e que só dinamizam a economia local.

O Grupo Parlamentar do CDS esteve, esta segunda-feira, no concelho da Ponta do Sol, para relevar a importância cada vez maior que as tecnológicas têm na economia regional. Segundo o líder parlamentar, Lopes da Fonseca, o peso que as tecnológicas poderão vir a ter no futuro é que, um dia, poderão ultrapassar o peso que o sector do turismo tem hoje na região.

“As tecnológicas estão em crescimento acelerado na região”, diz o líder parlamentar do CDS que também afirma que a estratégia do Governo Regional, neste sentido, tem sido a mais correta. “Aqui, na Ponta do Sol, foi onde se fez a génese de todo este processo dinâmico. E estamos muito agradados, pelo facto de, até o senhor primeiro-ministro ter relevado a importância que a própria Ponta do Sol teve em termos da génese de atração aos nómadas digitais”, destacou.

Lopes da Fonseca releva os números “muito animadores” apresentados pela Startup Madeira. Existem 14.400 nómadas digitais inscritos na Startup Madeira e já passaram pela Região Autónoma cerca de 7.600 nómadas digitais, aponta, vincando que “estes números demonstram que o crescimento é, de facto, uma realidade”.

O líder parlamentar centrista manifesta também o seu agrado pelo facto de região ter a capacidade para atrair este tipo de trabalhadores, que são pessoas qualificadas, com poder de compra elevado e que só dinamizam a economia local.

“Outra boa notícia referente a este tema é que o site Enjoy Travel referiu recentemente que a Madeira é o terceiro destino mundial em termos de nómadas digitais, portanto nós estamos na vanguarda e começamos todo este processo recentemente. Isto significa que, se em dois ou três anos já tivemos toda esta dinâmica em termos de atração dos nómadas digitais e trabalhadores remotos e, se o peso para a economia já é de 7/8%, provavelmente, nos próximos anos, o peso das tecnológicas para a economia poderá vir a ser muito superior ao turismo e a atração irá trazer mais poder de compra, irá potenciar a criação de mais emprego e irá fazer com que muitos madeirenses regressem à região com a possibilidade de trabalharem remotamente”, frisa.

Posto isto, o centrista constata que Governo Regional apostou corretamente nesta área económica porque, por um lado, criou atrativos para que os nómadas e os trabalhadores remotos tivessem vindo para a região, em particular para a Ponta do Sol, mas, também, criou um visto específico para os atrair, um visto que lhes permite estarem pelo menos um ano sem terem a necessidade de passarem por outras formalidades.

“Foi toda esta proatividade do Governo Regional que fez com que a Madeira, hoje em dia, esteja localizada como o terceiro destino mundial em termos dos trabalhadores remotos e nómadas digitais”, aponta.

“Mais uma vez, e ao contrário do que diz a oposição que não há diversificação na economia, esta é a prova provada em como a Madeira e o Governo Regional está a diversificar a economia”, remata.

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