Madeira: Iniciativa Liberal propõe criação de Municípios Inteligentes

A coordenadora autárquica do partido vinca que a burocratização “é um sistema centralizador, lesivo dos interesses dos cidadãos e baseado em decisões tomadas à revelia destes”.

A Iniciativa Liberal-Madeira propôs a criação de “Municípios Inteligentes”, através de parcerias e protocolos com empresas de prestação de serviços de alta tecnologia, no sentido de otimizar a oferta, agilizar a gestão da autarquia, poupar nos recursos e nos gastos e proporcionar mais e melhores serviços aos cidadãos.

A coordenadora autárquica da IL-Madeira, Helena Figueiroa, realça que “os municípios do futuro são municípios eficazes, facilitadores da fixação dos cidadãos no seu território e são conscientes do necessário contributo à sustentabilidade futura”.

Assim, Helena Figueiroa destaca que “os gestores autárquicos, nas Câmaras ou nas Juntas de Freguesia, não são “donos” destes órgãos de gestão do poder local. Estão ao serviço do bem-estar dos cidadãos que os elegem. Mudar o paradigma também é contribuir para o objetivo “municípios inteligentes”.

A coordenadora autárquica do partido vinca que a burocratização “é um sistema centralizador, lesivo dos interesses dos cidadãos e baseado em decisões tomadas à revelia destes”.

A burocratização, “sendo uma característica não-democrática dos sistemas, não deixa de ser contraditório que é um dos pilares dos serviços públicos em alguns Estados democráticos, sobretudo o português. Amarra o cidadão a um labirinto de serviços, a um tempo inaceitável de tomada de decisão e a um conjunto de taxas e taxinhas que penalizam o investimento e a necessária qualidade de vida”.

Nesse sentido, Helena Figueiroa defende a desburocratização, através da implementação de modos mais agilizados de interação entre os cidadãos e a administração pública, fazendo com que a prestação de serviços se torne mais democrática.

“Desburocratizar, ao nível das autarquias, é ter em consideração as necessidades e as vontades expressas pelos cidadãos no sentido de proporcionais ambientes, cidades, vilas, freguesias, onde as pessoas sintam que vale a pena viver”, frisou.

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