Madeirenses devem contribuir para um Governo estável do PS, apela Carlos Pereira

“Se não tivermos um governo de maioria, acabamos por ter mais instabilidade política, podemos voltar a ter novas eleições e nunca se resolve os problemas”, advertiu, dando conta de que há muitas coisas paradas na Madeira pelo facto de o Orçamento do Estado não ter sido aprovado.

O candidato do PS Madeira às eleições legislativas, Carlos Pereira, apelou aos madeirenses para que contribuam para uma maioria que possibilite um governo estável do Partido Socialista nas eleições do próximo dia 30.

Num encontro com apoiantes, realizado na passada quinta-feira, 21 de janeiro, na freguesia de São Martinho, o cabeça de lista pelo círculo eleitoral da Madeira referiu que, a pouco mais de uma semana do fim da campanha eleitoral, “já começa a ficar muito claro que o PS está mais próximo da maioria absoluta do que o PSD de ganhar eleições”.

Para Carlos Pereira isso significa que a solução estável passa pelo Partido Socialista, pelo que “os madeirenses podem e devem contribuir para que o país tenha um Governo estável, de maioria absoluta”. De acordo com o candidato, a maioria absoluta do PS é muito importante para a Região, tendo em conta que há muitas coisas para resolver que dependem da existência de uma governação estável.

“Se não tivermos um governo de maioria, acabamos por ter mais instabilidade política, podemos voltar a ter novas eleições e nunca se resolve os problemas”, advertiu, dando conta de que há muitas coisas paradas na Madeira pelo facto de o Orçamento do Estado não ter sido aprovado.

“A Madeira não pode parar e é muito importante que os madeirenses concentrem o seu voto no PS, porque é preciso ter um Governo forte e estável para recuperar a Madeira”, vincou.

Por seu turno, o presidente do PS-Madeira, Paulo Cafôfo, vincou que o desempenho do Governo de António Costa, teve como resultado o crescimento económico do país, e criticou o facto de “o melhor Orçamento do Estado desde 2015″ ter sido chumbado por “interesses partidários, no momento mais difícil” que Portugal atravessa, causado pela crise pandémica.

“Não se pode parar o trabalho que António Costa tem vindo a fazer. Temos de continuar o caminho do progresso”, desafiou Paulo Cafôfo, lembrando aquilo que foi conseguido nos últimos seis anos, nomeadamente o crescimento económico, a criação de emprego, a devolução de rendimentos, a retirada de pessoas da pobreza e a manutenção das contas certas.

Por outro lado, o líder dos socialistas madeirenses afirmou que a 30 de janeiro será escolhido o próximo primeiro-ministro, adiantando que a opção é entre António Costa, que já deu provas de boa governação, e Rui Rio, que “só dá gaffes e é uma pessoa muito mal preparada para governar o país”. Além disso, alertou para a possibilidade de o PSD se aliar ao Chega (extrema-direita), o que representaria um “desastre” e um “retrocesso”.

“Precisamos de estabilidade para o país. Não podemos andar de eleição em eleição em tão pouco tempo. O voto útil é no PS”, disse ainda Paulo Cafôfo.

O responsável destacou também a qualidade da equipa de candidatos do PS, salientando que é “bem melhor do que a do PSD e é composta por pessoas com experiência parlamentar, capacidade política e competência técnica para defender a Região”.

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