Maior parte da oferta de emprego na Madeira é a título precário, acusa PS

Tal realidade é, a ver do deputado socialista, “elucidativo daquilo que é o mercado de trabalho na região”. Falar na situação de redução do desemprego é algo que “serve as estatísticas, mas não serve as necessidades das pessoas”, considera.

O deputado do PS Sérgio Gonçalves afirmou que a maior parte da oferta de trabalho disponível na região refere-se a emprego a título precário.

No debate mensal da Assembleia Legislativa da Madeira, ocorrido no dia 3 de maio, sob tema “Emprego na Região Autónoma da Madeira”, o presidente do PS-Madeira lembrou que a maior fatia da oferta de trabalho no Instituto de Emprego da Madeira deve-se a trabalho não permanente.

Tal realidade é, a ver do deputado socialista, “elucidativo daquilo que é o mercado de trabalho na região”. Falar na situação de redução do desemprego é algo que “serve as estatísticas, mas não serve as necessidades das pessoas”, considera.

“17 mil madeirenses saíram da região nos últimos dez anos porque não querem andar à roda deste ciclo de empobrecimento que o Governo Regional nos deixou e tem deixado na região”, acusou Sérgio Gonçalves, lembrando que na Madeira “temos a mais alta taxa de risco de pobreza e exclusão social, mesmo com transferências sociais e mesmo entre aqueles que estão empregados”.

Em resposta, Miguel Albuquerque afirmou que Sérgio Gonçalves pratica um “exercício de cinismo político” na ALRAM. “O governo socialista no continente não baixou um único imposto que fosse”, acusou, referindo ainda o Orçamento do Estado para 2022: O governo PS apresenta uma taxa de cobrança fiscal de 49 mil milhões de euros sobre os portugueses. Desde 2015, o PS subiu em 10 mil milhões de euros a taxa de cobrança fiscal”.

 

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