Maioria dos portugueses pede crédito ao consumo a instituições especializadas e não a bancos universais

“Chegado o momento de pedir um crédito, 53% dos portugueses escolhem recorrer a instituições especializadas e não aos bancos, para um pedido médio em torno de 5.000 euros”, diz a Younited Credit.

Mais de 53% dos portugueses escolhem instituições de crédito e não bancos para pedirem dinheiro. A conclusão é da Younited Credit, marketplace de crédito ao consumo líder na Europa Continental, no seu mais recente estudo Credit Trends Report, dedicado ao mercado do crédito ao consumo nos países onde opera (Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha).

“Chegado o momento de pedir um crédito, 53% dos portugueses escolhem recorrer a instituições especializadas e não aos bancos, para um pedido médio em torno de 5.000 euros”, diz a Younited Credit.

A Younited Credit desenvolveu o Credit Trends Report “com o objetivo de compreender o mercado de crédito ao consumo e as preferências dos clientes que pedem este tipo de financiamento”

Através do Credit Trends Report “foi possível compreender melhor as preferências de consumo de produtos financeiros por parte dos portugueses. Geralmente do sexo masculino, abaixo dos 50 anos e com uma situação profissional estável, a maioria dos portugueses pedem crédito ao consumo no valor médio de até 5 mil euros e para três principais razões: compra de um automóvel novo, liquidez e compra de equipamentos para casa. Também segundo o relatório, todos os pedidos são feitos com urgência (45,3%).

“É muito importante compreendermos bem o mercado do crédito na Europa, não apenas para podermos pensar em soluções específicas que possam estar a ser procuradas pelos consumidores, mas para avaliarmos a atuação de todos os intervenientes, sejam eles fintechs ou incumbentes”, explica em comunicado Annie Criscenti, Deputy CEO da Younited Credit em Portugal.

O Credit Trends Report foi desenvolvido a nível europeu, havendo depois um foco em cada mercado onde operam. O que segundo a Younited Credit permite “ter simultaneamente uma visão alargada, e uma mais de nicho, compreendendo as especificidades locais de cada país. A construção deste tipo de perfis é muito útil para estarmos conscientes da nossa atuação, não apenas de um ponto de vista de proteção do consumidor contra o sobreendividamento”,

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