PremiumMapfre “atentíssima” à Fidelidade ou a seguradoras em crise

Há seguradoras com debilidades em Portugal, pressionadas pelo ramo automóvel, que estão na mira da Mapfre. O grupo admite crescer através da aquisição destas entidades, mas também não descarta olhar para a Fidelidade caso a Fosun decida vender.

A Mapfre está preparada para crescer em Portugal. Luis Anula, CEO da seguradora, afirma, em entrevista ao Jornal Económico, estar “atentíssimo” às oportunidades que possam surgir no mercado, não descartando olhar para a Fidelidade se a Fosun decidir vender a sua participação, mas também para seguradoras com maiores debilidades.

O objetivo, garante, é ocupar o quarto lugar no pódio das maiores seguradoras nacionais em três anos.

A Mapfre obteve lucros de 488 milhões de euros entre janeiro e setembro. Qual foi o contributo de Portugal para estes números?
Está a ser um ano muito positivo para nós como Mapfre Portugal, como também o contributo que Portugal está a dar para o grupo. Encerrámos o terceiro trimestre com 250 milhões de euros em prémios. Isto significa crescer 27% relativamente ao ano anterior, num contexto em que o mercado português está a decrescer 7,5%.

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