Marcelo: “Período de maior intensidade de ameaças foi em 2017 e 2018”

O Presidente da República pronunciou-se esta terça-feira sobre as ameaças que tinha vindo a receber por parte de um homem que acabou por ser detido esta terça-feira na região da Grande Lisboa.

Marcelo Rebelo de Sousa pronunciou-se esta terça-feira relativamente à ameaça recebida pelo indivíduo que foi detido hoje na região da Grande Lisboa.

A Polícia Judiciária capturou esta manhã um homem que exigia um milhão de euros para não matar o Presidente da República, de acordo com uma informação avançada esta segunda-feira pela CNN Portugal.

Esta estação televisiva apurou que o indivíduo, entretanto capturado, é perigoso, tem antecedentes por crimes violentos e é suspeito de ter planeado um atentado contra o chefe de Estado.

“O período de maior intensidade de ameaças foi em 2017 e 2018. Era pedida uma quantia avultada e havia um número de telefone e um número de conta bancária. Desvalorizei essa ameaça mas respeito as investigações das entidades competentes”, referiu o Presidente da República.

A ameaça terá chegado a Belém em outubro do ano passado através de uma carta que explicitava a ameaça de que se não fosse pago o valor de um milhão de euros, o Presidente da República seria morto a tiro. No mesmo envelope estaria uma bala e um NIB para o qual deveria ser feita a transferência do valor.

O envelope e todos os elementos que aí se encontravam foram encaminhados do Palácio de Belém para a Polícia Judiciária e a partir daí, foi iniciada uma investigação que culminou esta terça-feira com a detenção deste homem na região da Grande Lisboa.

O indivíduo será presente a um juiz sob suspeita de ter planeado um atentado contra a mais alta figura do Estado português, sendo que depois serão definidas as medidas de coação.

Recomendadas

Pedro Nuno Santos só regressa ao Parlamento no verão (com áudio)

Se o ministro demissionário não quiser voltar ao lugar de deputado na Assembleia da República, terá de renunciar ao lugar.

Parlamento debate hoje apreciações parlamentares sobre novo estatuto do SNS

O PSD propõe também que sejam criados “verdadeiros incentivos para os médicos de família terem a motivação necessária para ficarem no SNS, e possivelmente até atrair médicos que o SNS foi perdendo ao longo dos últimos anos, para procurar responder à questão da falta de médicos de família”.

Revista de imprensa nacional: as notícias que estão a marcar esta quarta-feira

Pedro Nuno Santos prolonga suspensão do mandato; Fecho do ano traz otimismo mas famílias vão continuar a sofrer; Imposto fez baixar 38% a venda das bebidas mais açucaradas.
Comentários