Marcelo Rebelo de Sousa. Partidos devem dar máximo de dados ao PR

As semanas que se seguem às eleições não serão menos importantes do que aquelas que as antecederam. O vaticínio é de Marcelo Rebelo de Sousa feito no recente almoço com empresários, e promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola. O professor e comentador político disse, com um discurso num tom presidencialista, que se das […]


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As semanas que se seguem às eleições não serão menos importantes do que aquelas que as antecederam. O vaticínio é de Marcelo Rebelo de Sousa feito no recente almoço com empresários, e promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola.

O professor e comentador político disse, com um discurso num tom presidencialista, que se das eleições não sairuma maioria absoluta, haverá necessidade de “soluções possíveis ou menos más”. Frisou que os partidos políticos devem fornecer o máximo de dados sobre a respetiva posição (política) ao Presidente da República.

Adiantou que não devem esperar mais uma ou duas semanas, devem ser claros no imediato. Só desta forma, adianta, é que será possível ao PR encontrar uma solução e uma solução para um programa de Governo.

O pior que pode acontecer é haver debate sobre cenários políticos. “Isso seria muito mau para o país”, rematou.
Para o período pós-eleitoral o professor antecipa três grandes desafios a vencer. Desde logo é preciso ultrapassar clivagens e crispações, criando um clima propício à recuperação económica qu tarda. Depois haverá o desafio relativo às convergências de regime com o próximo ciclo político, nomeadamente sobre sistemas sociais; e por último, há a questão da governabilidade e que é em si própria e nestes tempos de um mundo complexo, um valor, referiu. O regresso da instabilidade dentro de 8 a 12 meses “seria um recuo na sociedade portuguesa, com um Governo que começaria a aplicar um orçamento e que cairá de seguida. Isso seria a última coisa desejável”.

Escusou-se a adiantar pormenores sobre a eventual candidatura a Belém. Disse no evento que “neste dia e neste momento não é certo”. E frisou aquilo que já tinha dito: “Irei pronunciar-me depois das legislativas”. Sobre a revisão constitucional disse que já se fizeram alterações e que esse tema não é uma prioridade. A acontecer isso “seria um fator adicional de crispação na sociedade portuguesa”.

Vítor Norinha/OJE

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