Margem e dívida pública impulsionam lucro da CGD

A Caixa anunciou, quinta-feira, um resultado líquido de 3,4 milhões de euros para os primeiros nove meses, o que significa uma recuperação significativa face aos 232,6 milhões negativos que teria registado há um ano sem a venda dos seguros. “Se retirarmos o impacto não recorrente, positivo, de 278,9 milhões de euros decorrente da venda das […]


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A Caixa anunciou, quinta-feira, um resultado líquido de 3,4 milhões de euros para os primeiros nove meses, o que significa uma recuperação significativa face aos 232,6 milhões negativos que teria registado há um ano sem a venda dos seguros.

“Se retirarmos o impacto não recorrente, positivo, de 278,9 milhões de euros decorrente da venda das participações referidas nas seguradoras, em 2014, o resultado líquido ajustado para setembro desse ano, teria sido um prejuízo de 232, 6 milhões de euros, o que quando comparado com os 3,4 milhões de euros obtidos em setembro de 2015 revela uma melhoria de 236,0 milhões de euros”, explica o banco público.

Segundo a informação entregue na Comissão de Mercado de Valores Mobiliários, a  recuperação dos resultados fica a dever-se ao “sólido contributo proveniente do crescimento da margem financeira alargada (mais 94,7 milhões de euros ou mais 12,1%), fruto da forte redução do custo de ‘funding’”. De assinalar ainda “uma progressão assinalável dos resultados de operações financeiras que atingiram 329 milhões”, mais 54,4% face do que no período homólogo de 2014.

Entre janeiro e setembro, a Caixa totalizou 710,4 milhões de euros de novo financiamento para a compra de casa, o que quase duplicando a produção face ao período homólogo de 2014. Nos primeiros nove meses, a  instituição assinala igualmente uma subida de subida de 2,87% nos os recursos de clientes, para 71 mil milhões de euros, bem como uma subida moderada dos custos operacionais de  1,6%.

Segundo as regras de cálculo do rácio atualmente em vigor, a  Caixa fechou setembro  com um nível de solidez de 10,7%.

OJE

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