Mercado imobiliário: Saiba onde deve investir em 2017

Em comum, estas cidades apresentam ingredientes que sustentam o crescimento: uma economia ampla, baixa oferta, boas infraestruturas e qualidade no ensino superior.

Hugo Machin e Tom Walker, ambos Co-Head do Global Real Estate Securities assumem que a volatilidade no ramo do Imobiliário vai caracterizar o ano que se aproxima.

No entanto, ainda há cidades e empresas sólidas onde apostas a longo prazo permitem ultrapassar as instabilidades anunciadas, segundo comunicado da Schroders.

A opção é assim procurar não só as cidades mais fortes, mas também as empresas mais sólidas dos segmentos mais consistentes dessas cidades, onde a tendência da moda não tem impacto.

Globalmente, os mercados tradicionais dos EUA, Reino Unido, Suécia, Japão e China são a solução, destacando-se as cidades de Boston e S. Francisco, nos EUA, Londres, no Reino Unido, Estocolmo, na Suécia, Tóquio, no Japão, e Shangai, na China.

Todas estas cidades apresentam crescimentos acima do valor médio do registado nos respetivos países em dez anos e têm todos os ingredientes para sustentar o crescimento: uma economia ampla, baixa oferta, boas infra-estruturas e qualidade no ensino superior.

O ambiente de baixo rendimento de títulos para os primeiros oito meses do ano foi muito favorável aos mercados globais e à medida que se avança para 2017, os empresários referem que a volatilidade poderá aumentar, sendo a razão clara – há muita dívida no sistema e não há crescimento suficiente. “O ponto-chave é que, se o crescimento não se materializar, os bancos centrais vão querer continuar a suprimir taxas”.

Hugo e Tom “olham para o próximo ano com confiança. As questões políticas e económicas globais são inevitáveis. O stresse será em mercados que são menos isolados e possuem ativos que não são ativamente geridos.”

 

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