Mercado português de rent-a-car cresce 4% em 2014

O mercado de rent-a-car foi estimulado em 2013 pelo bom comportamento da atividade turística, após a evolução negativa registada nos anos anteriores. O volume de negócios situou-se nos 450 milhões de euros nesse exercício, crescendo 8,4%. “O bom comportamento da atividade turística, principalmente estrangeira, irá continuar a beneficiar o mercado prevendo-se, para 2014, uma faturação […]

O mercado de rent-a-car foi estimulado em 2013 pelo bom comportamento da atividade turística, após a evolução negativa registada nos anos anteriores. O volume de negócios situou-se nos 450 milhões de euros nesse exercício, crescendo 8,4%. “O bom comportamento da atividade turística, principalmente estrangeira, irá continuar a beneficiar o mercado prevendo-se, para 2014, uma faturação de 470 milhões de euros, uma subida de 4% face a 2013”, diz o estudo Setores Portugal “Aluguer de automóveis”, publicado pela Informa D&B.

Em 2013, a frota de veículos das empresas de rent-a-car era composta por 59.800 unidades, sendo 92% veículos de passageiros. Particulares e profissionais constituem os clientes principais neste setor, sendo responsáveis por cerca de 60% do valor total do mercado. A quota restante é composta por clientes empresariais e pela administração pública.

A atividade de renting de automóveis apresenta um comportamento pior. A frota de veículos em renting diminuiu 8% em 2013, situando-se em pouco mais de 92.000 unidades e o valor deste mercado situou- se nos 575 milhões de euros, o que representa uma descida de 10,9% face a 2012.

Segundo o estudo, a curto prazo, o mercado de renting continuará a ser afetado pelas medidas de redução de custos nas empresas, as restrições orçamentais da administração pública e a debilidade de preços no mercado de veículos de segunda mão. Neste contexto, prevê-se uma descida de 2% do volume de negócios em 2014, que se situará próximo dos 565 milhões de euros.

“O mercado português de renting apresenta um elevado grau de concentração empresarial, operando com um reduzido número de empresas”, acrescenta o estudo. Nos últimos anos acentuou-se esta tendência, em consequência das alianças e fusões ocorridas entre empresas especializadas em renting e grupos automóveis e financeiros. Em 2013, as cinco maiores empresas geraram 78% do volume de negócios total, percentagem que se eleva para 91% quando consideradas as dez maiores empresas.

A concentração da oferta no mercado de rent-a-car, por seu lado, também é elevada: a quota conjunta dos cinco maiores operadores representava 49% em 2013, aumentando para 65% quando considerados os dez maiores.

OJE

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