PremiumMercados somam e seguem

Índices acionistas encerram em alta em novembro, somando segundo ganho mensal consecutivo.

Os principais índices acionistas mundiais registaram mais uma semana de ganhos, impulsionados por um tom menos hawkish do banco central dos EUA e perspetivas de um recuo não só das infeções por covid-19 na China, mas também por alguma abertura do regime chinês às restrições ditadas pela política de “covid zero”.

Wall Street encerrou em forte alta na passada quarta-feira, depois de o presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, afirmar que o banco central dos EUA pode reduzir o ritmo dos aumentos nas taxas de juro já em dezembro. O S&P 500 recuperou e fechou acima da sua média móvel de 200 dias (4050 pontos) pela primeira vez desde abril. Todavia, Powell também alertou que a luta contra a inflação está longe de terminar e que as questões importantes permanecem sem resposta, incluindo até que ponto as taxas de juro precisarão de continuar a subir e por quanto tempo. A CME FedWatch Tool evidencia agora que os traders de futuros das “Fed Funds Rate” veem uma probabilidade de 80% de que a Fed aumente as taxas de juro em 50 pontos base na sua reunião de 14 de dezembro, acima dos 65% antes dos comentários de Powell serem divulgados. A probabilidade de um aumento de 75 pontos base é agora de apenas 20%.

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