À mesa com o Brexit. Londres assiste ao “boom” da restauração

Vivem-se tempos de incerteza no Reino Unido mas não no panorama da restauração da sua capital. Especialistas afirmam que o nível de exigência é cada vez maior.

Luke MacGregor/Reuters

O número de aberturas de restaurantes em Londres alcançou um recorde o ano passado mas a estatística relativa a encerramento de restaurantes alcançou 33%. Prova da concorrência intensa que existe no panorama gastronómico da capital do Reino Unido.

Segundo a última edição do guia Harden’s London Restaurants, foram inaugurados 200 restaurantes mas fecharam 76, o que significa que ainda que tenha existido um nível significativo de “rotação”, o mercado está cada vez mais congestionado.

“Existe tanta oferta de restaurantes agora que a lista está a subir constantemente. Há dez anos, os bons restaurantes sobreviviam porque as pessoas frequentavam-nos assiduamente. Mas hoje em dia, se um restaurante com comida realmente excelente não é bom em todos os aspetos, não sobrevive”, assinou Peter Harden, fundador do guia que já leva 26 anos de publicação.

Segundo este guia, o Araki é o restaurante mais caro do Reino Unido: tem apenas um menu de degustação de sushi que custa 300 libras, é o que serve a melhor comida, enquanto o Sexy Fish, de Richard Caring, um restaurante de marisco asiático situado em Mayfair, suplantou o River Café como o restaurante com o preço mais excessivo da capital.

 

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