Microsoft apadrinha família de refugiados

A Microsoft Portugal e a PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados estabeleceram uma parceria através da qual, a tecnológica será a primeira empresa a apadrinhar diretamente pelo menos uma família de refugiados do primeiro contingente em trânsito para Portugal. Através deste apadrinhamento será atribuído um mínimo de 12 mil euros, valor de de referência para o sustento de uma […]


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A Microsoft Portugal e a PAR – Plataforma de Apoio aos Refugiados estabeleceram uma parceria através da qual, a tecnológica será a primeira empresa a apadrinhar diretamente pelo menos uma família de refugiados do primeiro contingente em trânsito para Portugal.

Através deste apadrinhamento será atribuído um mínimo de 12 mil euros, valor de de referência para o sustento de uma família refugiada, durante dois anos. A este valor vão juntar-se donativos voluntários dos colaboradores da Microsoft Portugal.

O programa de apoio arranca durante o corrente mês de novembro e decorre da iniciativa We Care da Microsoft Europa, uma iniciativa de crowdfunding, mediante a qual os colaboradores da empresa farão donativos voluntários, que a Microsoft irá complementar com um valor equivalente ao que for recolhido pelos colaboradores;

Consoante o montante angariado através do crowdfunding, o apoio da Microsoft Portugal poderá estender-se a duas ou três famílias.

Na seleção da/s família/s a apoiar pela Microsoft Portugal será dada preferência à existência de competências profissionais ou académicas na área da informática no seio dessa família, para que o apoio se possa estender à inserção no mercado de trabalho.

Contribuir ativamente para uma sociedade justa e igualitária é um dos princípios base da nossa política de responsabilidade social corporativa, pelo que não podíamos enquanto empresa e cidadãos, ficar indiferentes a esta causa. Convidamos, por isso, todas as empresas a seguirem o exemplo e, também elas, a darem o seu contributo para que o resultado por esta causa social possa ser ainda maior”, refere Vânia Neto, diretora para a área da Educação, Cidadania e Responsabilidade Social Corporativa da Microsoft Portugal.

A PAR surgiu para ajudar a minimizar o impacto da grave crise humanitária que se vive atualmente a nível mundial e reúne várias organizações da sociedade civil portuguesa. Caberá à PAR a seleção das famílias.

O envolvimento de empresas como a Microsoft Portugal será fundamental para proporcionarmos um melhor acolhimento destas famílias e para promovermos a sua autonomia, segurança e rápida integração na sociedade. Estamos a dar o exemplo como cidadãos, mas sobretudo como um País socialmente responsável e esperamos que esta iniciativa da Microsoft possa ser seguida por outras empresas em Portugal”, assinala Rui Marques, Mentor e Coordenador da PAR.

 

 

OJE

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