Millennium Angola desfavorecido na fusão com o Atlântico

Os termos da fusão BCP Angola/Atlântico foram “moderamente desfavoráveis” para o banco de capitais portugueses, afirma Steven Santos, gestor do BIG. Refere a fonte: “Não obstante as melhorias descritas, acreditamos que os termos do negócio foram moderadamente desfavoráveis para o BCP, na medida em que os indicadores de rentabilidade do BMA (ROE de 2013 situou-se […]


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Os termos da fusão BCP Angola/Atlântico foram “moderamente desfavoráveis” para o banco de capitais portugueses, afirma Steven Santos, gestor do BIG. Refere a fonte: “Não obstante as melhorias descritas, acreditamos que os termos do negócio foram moderadamente desfavoráveis para o BCP, na medida em que os indicadores de rentabilidade do BMA (ROE de 2013 situou-se em 14,5%) apresentam-se marginalmente superiores aos observados no Atlântico (ROE de 2013 fixou-se em 13,3%)”.

Recorde-se que o BCP assinou um memorando de entendimento com o maior acionista do Banco Privado Atlântico (Atlântico), com vista à fusão deste último com o Banco Millennium Angola (BMA), que resultará na segunda maior instituição privada em crédito à economia, com uma quota de mercado de 10% em volume de negócios.

Este memorando prevê, para a nova entidade, um conselho de administração constituído por 15 membros, e uma comissão executiva de sete membros, dos quais o BCP nomeia cinco e dois membros, respetivamente. O BCP indicará ainda um dos vice-presidentes do conselho de administração e da comissão executiva.

A valorização das participações será efetuada em função das respetivas situações líquidas e prevê-se que o BCP detenha uma participação de 20% na nova entidade, com eventuais ajustes posteriores a ser valorizados com um múltiplo de 1,6 vezes da situação líquida. Refere a mesma fonte que esta operação “deverá ter um impacto positivo para os rácios de capital do BCP (estimando-se uma melhoria de 0,37% no rácio common equity tier 1) e maximizar a criação de valor nas operações angolanas, potenciando as oportunidades de crescimento através de sinergias”. Diz ainda o BIG que o impacto deste operação é “residual”, “ainda para mais face à dimensão globalmente diminuta da atividade angolana no balanço do BCP (2,5% dos ativos), não se perspetivando um efeito material na evolução do título em função destas notícias”.

Por Vítor Norinha/OJE

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