Misericórdia lança cartão de saúde a partir de 3 euros por mês

Além dos preços reduzidos e dos limites de idade alargados, o presidente da União das Misericórdias conta que, em ambos os casos, existe ainda a possibilidade de haver uma comparticipação do serviço domiciliário

A União das Misericórdias lançou nesta terça-feira um cartão de saúde que funciona como um seguro acessível a todos. A partir de três euros por mês qualquer pessoa pode recorrer a hospitais privados.

O presidente da União das Misericórdias, Manuel de Lemos,  diz que este cartão não impõe limites de idade, não exige diagnósticos prévios e é para todos. O presidente explica que outra novidade é a possibilidade do utente ter um grande desconto no apoio domiciliário.

Na prática são dois cartões. Um primeiro, de acesso com preços mais baratos em consultas (metade do preço) em entidades privadas convencionadas ou hospitais e clínicas das misericórdias, por uma mensalidade de 3,5 euros. E um segundo, com mensalidades mais caras, mas que inclui internamentos e cirurgias, com alguns benefícios semelhantes aos dos seguros (como um seguro de hospitalização).

Estes cartões dão acesso a 400 hospitais e clínicas em todo o país.

Recomendadas

Costa contraria ideia de empobrecimento e afirma que Portugal está a crescer mais do que Alemanha, França e Espanha

Dados de Costa surgem dias depois das previsões de Outono da Comissão Europeia, cujas mais recentes previsões indicam que em 2024 a Roménia ultrapassará Portugal no ranking de desenvolvimento económico da UE.

Macau renova licenças às seis atuais operadoras de casinos no território

MGM Grand Paradise, Galaxy Casino, Venetian Macau, Melco Resorts (Macau), Wynn Resorts (Macau) e SJM Resorts viram as propostas aprovadas.

PremiumOCDE deixa quatro recados a Portugal, do PRR ao orçamento

A OCDE está menos otimista do que estava no verão quanto à evolução da economia portuguesa no próximo ano, tendo revisto em baixa a previsão de crescimento do PIB. Aproveitou também para alertar para a importância do PRR e da consolidação orçamental.
Comentários