Moção de confiança de André Ventura aprovada com 97,2% por militantes do Chega

Esta moção de confiança foi anunciada pelo presidente do partido em finais de agosto por considerar então ser evidente que havia no Chega “uma fação”, que dizia ser minoritária, que contestava a atual direção.

André Ferreira/Lusa

A moção de confiança apresentada por André Ventura ao Conselho Nacional extraordinário e primeira Assembleia Plenária do Chega, a decorrer na Batalha, foi aprovada este domingo com mais de 97,2%.

Os resultados da votação (que foi alargada a todos os militantes do Chega que quiseram votar e não apenas aos conselheiros nacionais) foram anunciados, cerca das 18:30 deste domingo, pelo presidente do Conselho Nacional do Chega, Jorge Galveias, na sessão que será encerrada com um discurso de André Ventura.

Esta moção de confiança foi anunciada pelo presidente do partido em finais de agosto por considerar então ser evidente que havia no Chega “uma fação”, que dizia ser minoritária, que contestava a atual direção.

As intervenções no segundo dia do Conselho Nacional do Chega estiveram centradas nos opositores internos, que não estão presentes.

No discurso de celebração – e perante os militantes a gritar o seu nome – André Ventura disse que os seus opositores dentro do partido, no momento da verdade, fugiram do combate político. “No momento em que a batalha estava pronta, e nós prontos com os cavalos no terreno para os enfrentar, capitularam connosco.Como podem estes um dia querer lutar contra os socialistas?”, disse Ventura, citado pelo Observador.

“Este partido só muda quando vocês quiserem e mais ninguém.Ninguém há-de mudar este partido sem vocês quererem”, disse aos apoiantes presentes no Conselho Nacional.

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