Morreu Bernardo Pinto Coelho

O autor do livro “O Que Eu Aprendi Com E.L.A.” sofria de Esclerose Lateral Amiotrófica. Morreu hoje, aos 49 anos, depois de 12 anos de uma batalha heroica contra a doença.

Bernardo Pinto Coelho autodefiniu-se como “um filho de Cascais”, onde viveu a maior parte da sua vida. Cresceu a brincar na rua e na praia, a jogar futebol e a praticar todo o tipo de desportos, evidenciando-se em quase todos, com particular destaque para o golfe e o futebol – foi a mascote do Estoril Praia e poderia ter sido jogador.

Apesar do seu amor pelo desporto, decidiu licenciar-se em Gestão, numa Universidade na Califórnia – San Diego State University. Trabalhou em diversas áreas, da restauração e hotelaria à área comercial, mas o que lhe deu mais prazer foi gerir a sua empresa de organização de eventos de futebol direcionada a particulares e empresas.

Filho do médico Manuel Pinto Coelho, aos  37 anos foi-lhe diagnosticada Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). Tornou-se DJ de forma a poder vivenciar plenamente a sua outra grande paixão, a música.

Morreu hoje aos 49 anos.

 

 

Recomendadas

Metro do Porto diz a Moreira que já formalizou “aceleração da empreitada” da Linha Rosa

Em 10 de novembro, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira manifestou-se preocupado com o “impacto profundamente negativo” da construção da nova Linha Rosa da Metro do Porto que, defende, apresenta “excessivos atrasos” em “praticamente todas as frentes”, revela um ofício enviado à empresa.

Portway e sindicatos acordam subidas salariais entre 5% e 8,5% em 2023

“A Portway chegou a acordo com as estruturas sindicais representativas dos trabalhadores na empresa para atualizações salariais no próximo ano de 2023. Os aumentos salariais para os níveis base das tabelas são de 8,5% e no mínimo de 5% nos níveis seguintes”, informou a empresa de assistência em aeroportos, em comunicado.

Seca: Presidente da CAP diz que agricultores ainda não receberam “um euro” de ajudas

Ao intervir num congresso em Cáceres, na Estremadura espanhola, Eduardo Oliveira e Sousa disse que, “neste momento, em dezembro”, os agricultores ainda não receberam “um euro relativamente às medidas da seca que a governante portuguesa anuncia quase todas as semanas”.
Comentários