Motorola ganhou menos 21,7% no 3.º trimestre

A Motorola obteve ganhos líquidos de 105 milhões de euros no terceiro trimestre, menos 21,7% que no mesmo período do ano anterior. A empresa registou um volume de vendas líquido de 1.422 milhões de dólares neste período pelo que a faturação diminuiu ligeiramente (menos 0,97%), comparando com o terceiro trimestre de 2014, quando a cifra […]


Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 1 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

Notice: Undefined offset: 2 in /var/www/vhosts/jornaleconomico.pt/httpdocs/wp-includes/media.php on line 1031

A Motorola obteve ganhos líquidos de 105 milhões de euros no terceiro trimestre, menos 21,7% que no mesmo período do ano anterior.

A empresa registou um volume de vendas líquido de 1.422 milhões de dólares neste período pelo que a faturação diminuiu ligeiramente (menos 0,97%), comparando com o terceiro trimestre de 2014, quando a cifra de negócio foi de 1.436 milhões de dólares.

Nos resultados acumulados dos primeiros nove meses do ano, a empresa registou um benefício líquido de 331 milhões de dólares, menos 69,8% do valor atingido entre janeiro e setembro do exercício passado, quando os ganhos da tecnológica situaram-se em 1.098 milhões de dólares.

“O nosso negócio mostrou resiliência no terceiro trimestre, apesar de ambiente económico global revolto e ventos contra significativos no tipo de mudanças”, afirmou o presidente e conselheiro delegado da Motorola Solutions, Greg Brown.

OJE

Recomendadas

PremiumRede 5G, um ano e quatro mil antenas depois

Portugal arrancou com a tecnologia de quinta geração a 26 de novembro. NOS, a primeira a lançar, revela que conta com 3.200 estações instaladas.

PremiumOaktree, Cerberus e Vanguard na corrida à VIC Properties

A Alantra vai receber esta sexta-feira as propostas não vinculativas para a compra dos ativos da VIC Properties. A Vanguard deverá avançar para o Pinheirinho. Oaktree e Cerberus entre os interessados.

Marcas vs Catar: o difícil equilibrismo das maiores marcas do mundo. Veja o “Jogo Económico”

Do equilibrismo de quem patrocina a prova à anti-campanha de quem está de fora, estes dias estão entregues a uma espécie de Mundial de marcas com desfecho imprevisível. Daniel Sá, especialista em marketing desportivo e diretor-executivo do IPAM e Henrique Tomé, analista da corretora XTB, são os convidados desta edição.