Mourinho. Onze anos depois, o pior momento da carreira

O português José Mourinho reafirmou que vai continuar no Chelsea até ao final do seu contrato, em 2019, e lembrou que foram precisos 11 anos para viver o pior momento da sua carreira como treinador de futebol. “Em 2004, depois de vencer a Liga dos Campeões com o FC Porto, eu disse que, um dia, […]


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O português José Mourinho reafirmou que vai continuar no Chelsea até ao final do seu contrato, em 2019, e lembrou que foram precisos 11 anos para viver o pior momento da sua carreira como treinador de futebol.

“Em 2004, depois de vencer a Liga dos Campeões com o FC Porto, eu disse que, um dia, os maus resultados teriam que aparecer e que teria que os enfrentar com a mesma honestidade e dignidade com que me tornei campeão europeu. Onze anos depois, resisti bem à natureza do meu trabalho e à natureza do futebol. Onze anos a esperar por isso. Levou tempo, mas apareceu num momento em que estou estável e com força para enfrentá-lo”, afirmou Mourinho.

O técnico português, que falava na conferência de imprensa de antevisão da receção ao Dínamo Kiev, do Grupo G da Liga dos Campeões, negou que se sinta melhor treinador devido aos problemas que tem vivido no Chelsea esta temporada.

“Tenho quatro anos de contrato. Melhor, tenho três anos e três meses, algo assim. Se eu me tornasse melhor treinador devido aos maus resultados, então seria muito mau treinador e nos últimos 15 anos nunca teria melhorado. Tenho que ser melhor todos dias, analiso todos os detalhes, analiso tudo. Estou a viver algo novo e é por isso que sou bom. Nunca vivi isto”, referiu.

Mourinho voltou a rejeitar que existam quaisquer problemas com os seus jogadores e adiantou que “todos estão a dar o seu melhor em todos os minutos das sessões de treino”.

“Há uma grande solidariedade entre todos. Existe uma fantástica relação pessoal e uma muito boa relação profissional. Os meus jogadores treinam sempre no limite. Dão tudo”, frisou.

Chelsea recusa 50 milhões por Mourinho

O dono do Chelsea, Roman Abramovich, recusou 50 milhões de euros para libertar o treinador José Mourinho para o Mónaco, segundo o empresário italiano Alessandro Proto, acionista minoritário do clube da liga francesa de futebol.

“Oferecemos 50 milhões de euros para ter o treinador de imediato, mas a exigência foi de 100 milhões de euros, valor que nos parece exagerado”, afirmou o empresário, em comunicado da Proto Enterprises enviado à agência EFE.

O transalpino, que revelou que reuniu com o milionário russo Abramovich em Londres, acrescentou que o Mónaco, treinador pelo também português Leonardo Jardim, “não paga um valor destes”.

Ainda assim, Alessandro Proto diz que vai “pensar na proposta”, pois considera que Mourinho “é o melhor treinador do Mundo”, pelo que poderá avançar para o negócio “como um investimento”.

Proto defende que Mourinho “não ficará muito mais tempo no Chelsea”, revelando que há uma equipa de Espanha, uma de França e outra dos EUA dispostas a pagar o valor pedido por Abramovich.

OJE

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