Premium“Na segunda volta, o voto útil vai funcionar para Macron”

O Renascença, partido do presidente, está empatado com a coligação de esquerda, a NUPES, no que diz respeito à primeira volta. Mas, se a força da esquerda é sensivelmente a mesma de há cinco anos, o ‘macroonismo’ emagreceu. Ganhará, mas arrisca perder a maioria absoluta.

Presidente da República de França, Emmanuel Macron

Pela primeira vez e contra todas as expectativas – pelo menos até Jean-Luc Mélenchon, o líder da esquerda, quase ter conseguido passar à segunda volta das presidenciais em maio passado – o partido do presidente Emmanuel Macron, o Renascença, e a coligação das esquerdas, o Nova União Popular Ecologista e Social (NUPES), estão tecnicamente empatados quanto às intenções de voto dos franceses na primeira volta das legislativas que têm lugar este domingo, 12 de junho. A média das sondagens, fornecida pelo site “Politico”, refere que as duas formações têm ambas 26% das intenções de voto.

Mas os números podem ser enganadores: os 26% agregados em torno da NUPES são pouco mais ou menos aquilo que, há cinco anos, somavam o França Insubmissa (de Mélenchon), o Partido Socialista, o Partido Comunista e os Verdes – que agora fazem todos parte da coligação. A grande diferença está do outro lado: o partido de Macron tinha há cinco anos 32,3% das intenções de votos, o que revela um tombo de mais de seis pontos percentuais em 2022.

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