Neste Natal, é importante reforçar o direito do consumidor à informação

Lembre-se que o Natal do mundo ocidental vive do consumo de bens tecnologicamente evoluídos. Esta realidade natalícia não é a dos consumidores dos países em desenvolvimento.

Para o movimento internacional de consumidores, a época natalícia obriga ao cumprimento do 1º direito do consumidor – o direito à informação. Um consumidor informado é um consumidor mais preparado, logo não é o elo mais fraco.

Desde os vizinhos espanhóis até às organizações norte americanas e australianas, a informação prestada ao consumidor relaciona-se com a necessidade de poupar, tanto na carteira, como (e sobretudo!) no planeta. A importância dos comparadores e observatórios de preços e a urgência das escolhas sustentáveis estão patentes das plataformas de associações internacionais.

O Natal do mundo ocidental vive do consumo de bens tecnologicamente evoluídos. Sejam televisores, telemóveis ou brinquedos, os artigos mais procurados são SMART. O comércio eletrónico lidera nos Estados Unidos e no Reino Unido e encontra-se em pleno crescimento nos países europeus. Assim, os direitos digitais dos consumidores são também apreensão de todas as organizações de consumidores. Esforçamo-nos por esclarecer, apoiar e mediar os novos conflitos do consumo eletrónico.

Esta realidade natalícia não é a dos consumidores dos países em desenvolvimento. A organização internacional das associações de consumidores de língua portuguesa – CONSUMARE – responde a problemas e necessidades bem diversas. A sustentabilidade, reutilização e consumo de produtos locais ou nacionais é o quotidiano destes consumidores. O Natal é vivido com menos quantidade, mas com MAIOR consciência sobre o que não se deve desperdiçar.

A informação e o apoio prestado pelas associações de consumidores prendem-se com o exercício de direitos básicos – a segurança e saúde, a livre escolha, a reparação de defeitos e o acesso aos serviços essenciais, como seja a água potável.

A 15 de Março de 1962 (agora dia mundial dos direitos do consumidor), John Kennedy, afirmou “todos somos consumidores”. Somos, mas, por esse mundo fora, consumimos a ritmos diferentes.

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