NOS quer democratizar acesso ao futebol português

Transmissão e distribuição dos conteúdos relativos ao negócio com o Sport Lisboa e Benfica ainda não está definida.


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Acordo do operador com o Sport Lisboa e Benfica, no valor de 400 milhões de euros, a ser pago ao logo de 10 anos, poderá ser extensível a outros clubes.

Isto porque, como referiu Miguel Almeida, presidente executivo da NOS, o objetivo é firmar acordos semelhantes com todos os clubes portugueses de futebol profissional.

A explicação é simples. A NOS tem como “missão” a valorização e promoção do futebol português, nomeadamente através da Liga NOS.

A transmissão e distribuição dos conteúdos relativos ao negócio com o Sport Lisboa e Benfica ainda não está definida. No entanto, o executivo da NOS afirmou que o objetivo é o de disponibilizar os conteúdos da BTV a todos os operadores que se mostrem interessados – quanto aos clientes NOS, serão dados gratuitamente.

Taxativamente, Miguel Almeida afirmou que o pretendido é disponibilizar o acesso a preços mais acessíveis do que os atuais (em que os clientes têm de comprar dois canais premium).
Sobre as partidas do Benfica jogadas em casa, ainda não está definido se estas deixaram de ser transmitidas na BTV.

Miguel Almeida afirmou que é um dos cenários equacionados, embora não o mais provável.
O acordo também inclui a transmissão dos conteúdos dos mercados internacionais. Porém, Miguel Almeida referiu que ainda não houve tempo de contactar qualquer operador.

No entanto, isso é algo que a NOS tenciona fazer, mesmo porque há que rentabilizar o negócio. “Acreditamos que o futebol português tem potencial, que a Liga NOS é uma das melhores do mundo”, afirmou Miguel Almeida.

O acordo, com início na temporada 2016/2017, implica o pagamento de 400 milhões de euros, efetuados de forma progressiva, ao longo de 10 anos.

Para o primeiro ano, o negócio será, segundo Miguel Almeida, de 36 milhões de euros, dos quais 75% corresponderão aos direitos da transmissão dos conteúdos e os restantes 25% à BTV.

Questionado sobre a aplicação do montante obtido com este negócio, Luís Filipe Vieira foi perentório: não será aplicado na compra de jogadores.

Sobre o passivo, afirmou: “Tenho a certeza de que o passivo do Benfica não chega aos 400 milhões de euros”.

OJE

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