Novo adicional ao IMI não prejudica o turismo residencial

A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, adiantou ao Jornal Económico que o novo adicional ao IMI não penaliza o investimento em turismo residencial.

Durante o 42.º Congresso Nacional da APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo) que decorre até sábado, em Aveiro, Ana Mendes Godinho, afirmou ao Jornal Económico que o novo adicional ao IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) foi objeto de estudo por parte do Governo, de forma a não prejudicar e penalizar os investimentos realizados pelos estrangeiros que procuram o nosso país no âmbito do turismo residencial.

De realçar que na proposta de alteração, aprovada na especialidade, os contribuintes singulares (particulares) vão ficar a pagar uma taxa de 0,7% sobre o VPT global dos imóveis detidos entre os 600 mil e um milhão de euros e de 1% para o valor que exceda um milhão de euros. A medida entrará em vigor em janeiro do próximo ano.

A secretária de Estado do Turismo, revelou ainda durante a abertura do congresso, que o ano de 2016 foi de construção e que as políticas para o turismo não podem ser voláteis.

O crescimento no setor é visível e uma das grandes apostas deste Governo passa também pelo turismo de negócios, onde avançou que estão agendados para Portugal a realização de  41 novos congressos internacionais.

Ana Mendes Godinho adiantou igualmente que esta dinamização do setor trouxe também mais emprego e foram inclusive criadas 1.300 novas empresas na área do turismo. “Assumo como compromisso um ambiente favorável aos negócios do turismo”, acrescentou.

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