Número de alunos no superior sobe 2,1%. Engenharia bate Medicina. Veja as notas de entrada

Portugal tem mais jovens a querer ingressar no ensino superior. O número de colocados na 1.ª fase do concurso nacional de acesso cresceu 2,1% face ao ano letivo passado. No total, conseguiram colocação 42.958 novos estudantes. De destacar também o crescimento de 3,9% no ensino politécnico, bem como o do número de estudantes que fazem […]


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Portugal tem mais jovens a querer ingressar no ensino superior. O número de colocados na 1.ª fase do concurso nacional de acesso cresceu 2,1% face ao ano letivo passado. No total, conseguiram colocação 42.958 novos estudantes. De destacar também o crescimento de 3,9% no ensino politécnico, bem como o do número de estudantes que fazem dele a primeira opção.

Os resultados da primeira fase do concurso nacional de acesso mais as previsões comunicadas pelas instituições de ensino superior permitiram à Direção-Geral do Ensino Superior perspetivar o número total de novos estudantes no ano letivo de 2016-2017 no ensino superior público: 78 250.
As estimativas da Direção-Geral do Ensino Superior serão assim divididas:
– Nos cursos técnicos superiores profissionais cerca de 7400;
– Nos cursos de licenciatura e integrados de mestrado cerca de 70 850.
A distribuição dos candidatos colocados por áreas de estudo revela que 31% dos estudantes foram colocados num curso na área das ciências e tecnologias e 17,5% num curso da área da saúde.

Engenharia bate Medicina

Pela primeira vez desde que existe o atual modelo de ingresso no superior Medicina foi arredada do lugar cimeiro. Os três cursos onde a média de entrada foi mais elevada são de Engenharia: Engenharia Aerospacial e Engenharia Física e Tecnológica, do Instituto Superior Técnico ,com uma média de 18,53 valores ocupam o topo da lista.

Em Medicina, a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto foi a que exigiu média mais elevada:  18,4 valores. O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar foi o segundo a registar a média mais elevada nesta área: 18,25 valores.

Do lado contrário há 38 cursos cujo último aluno a entrar teve uma nota inferior a 100 valores, mas acima dos acima dos 9,5, com 824 estudantes a ficarem colocados com notas de entrada compreendidas neste intervalo.

Fonte: Direção-Geral do Ensino Superior.

Vagas em aberto

Para a segunda e terceira fase do concurso nacional sobrem 1.563 vagas em 11 das 13 universidades públicas nacionais, uma vez que dois estabelecimentos de ensino superior têm já a lotação esgotada: Universidade Nova de Lisboa e ISCTE – IUL preencheram todas as vagas na primeira fase.

Também há três escolas do ensino politécnico já sem vagas. São as Escolas Superiores de Enfermagem de Lisboa, do Porto e de Coimbra.

20 mil jovens fora do superior

Um estudo da Direcção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência divulgado este domingo revela que 80% dos jovens dos chamados cursos científico-humanísticos chegam ao superior, mas apenas 16% dos diplomados com cursos profissionais prosseguem para uma universidade ou politécnico.  “O que hoje constatamos é que há 20 mil jovens por ano que acabam o 12.º ano por vias profissionais e que não estão a ingressar no ensino superior”, vincou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor, esta sexta-feira num encontro com jornalistas, considerando que “o pior que pode acontecer é não estarmos a educar mais jovens de 18 anos”. O estudo visa contribuir para o debate sobre o regime geral de acesso a universidades e politécnicos públicos. O regime atual foi criado em 1977, pelo então ministro da Educação Sotto Mayor Cardia.

Próximas fases

A 2.ª fase do concurso decorre de 12 a 23 de setembro e destina-se aos candidatos que não conseguiram lugar na 1.ª fase, para colocados que queiram mudar de curso ou de instituição. Os resultados serão divulgados a 29 de setembro.

 

Veja aqui as notas de acesso e as vagas que sobraram

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Almerinda Romeira/ O Jornal Económico

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