Número de emigrantes a poder votar quadruplica em 2019

O recenseamento automático vai permitir que mais de um milhão de emigrantes votem daqui a dois anos.

O Governo está a preparar o sistema para o recenseamento automático dos emigrantes portugueses com Cartão do Cidadão, o que vai permitir com que existam mais de um milhão de novos eleitores residentes fora de Portugal.

Os números foram divulgados pelo jornal “Público” desta sexta-feira. “Quero destacar o esforço técnico que foi feito e sublinhar o trabalho dos serviços da Comissão Organizadora do Recenseamento Eleitoral dos Portugueses no Estrangeiro e da administração eleitoral, assim como o empenhamento da secretária de Estado adjunta da Administração Interna, Isabel Oneto”, afirmou ao matutino o secretário de Estado das Comunidades.

O governante José Luís Carneiro explicou ao matutino que uma das maiores dificuldades foi “ultrapassar e desmentir a ideia de que não era possível fazer” este recenseamento automático por haver uma “pré-disposição de que era praticamente impossível, que era inexequível”.

De acordo com o diário, citando um estudo de preparação para o novo sistema, a rede conta neste momento com 300 mil recenseados. Assim, caso o recenseamento automático receba ‘luz verde’, passarão a ser 1.373.439 eleitores.

Ao que o “Público” apurou, entre junho e o mês passado, houve um mapeamento dos portugueses que moram fora do país (com base na informação presente no Cartão do Cidadão) em, pelo menos, 162 países.

Recomendadas

Emirados Árabes Unidos vão fornecer à Alemanha gás liquefeito e gasóleo em 2022 e 2023

Segundo a agência noticiosa oficial dos Emirados, Wam, o acordo prevê a exportação de uma carga de gás natural liquefeito (GNL) para a Alemanha no final de 2022, seguida do fornecimento de quantidades adicionais em 2023.

Angola cresce 3,5% este ano, mas abranda para 1,8% em 2023

“O forte crescimento de Angola este ano dificilmente vai prolongar-se para 2023, já que a produção petrolífera deverá regressar à tendência decrescente”, lê-se numa análise às maiores economias da África subsaariana, região que deverá ver o PIB deste ano expandir-se 3,3%, abrandando face aos 4,4% do ano passado.

China diz que EUA estão a enviar “sinais perigosos” sobre Taiwan

O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês deixou claro que uma escalada das atividades independentistas torna difícil um acordo pacífico, no que diz respeito a Taiwan,
Comentários