O Bar Mais Triste da Cidade, o lugar ideal para se entregar à melancolia

O Bar Mais Triste da Cidade reabriu com música ao vivo interpretada por pianistas. Além do piano, disponível também para quem quiser arriscar mostrar os seus dotes artísticos,  o whisky ajuda a puxar a melancolia. A “tristeza” contrasta com a decoração inconfundível deste espaço, com os dourados e as cortinas brilhantes a servirem de cenário a um ambiente que se quer único e cinematográfico. 

A frase ficou para a história como sendo “Play it again Sam“, quando na verdade o que a personagem que Ingrid Bergman imortalizou no filme “Casablanca” disse ao pianista foi: “Play it, Sam. Play ‘As Time Goes By‘”, ao que Sam responde:  “Oh, I can’t remember it, Miss Ilsa. I’m a little rusty on it” (Não me lembro bem da música. Estou um pouco enferrujado).

“Curtir a fossa” ao balcão de um bar ou “dar de beber à dor” é um conceito que preenche o nosso imaginário. Mas porque tristezas não pagam dívidas, existe em Lisboa o local ideal para o fazer. Em grande estilo!

O Bar Mais Triste da Cidade reabriu, com música ao vivo interpretada por pianistas. Além do piano, disponível também para quem quiser arriscar mostrar os seus dotes artísticos,  o whisky ajuda a puxar a melancolia.

Na carta, são 15 os whiskies à disposição dos corações partidos. Os preços variam entre os 10 e os 27 euros. Para acompanhar, há ostras, em doses de três (6 euros), seis (12 euros) ou 12, acompanhadas com molhos de limão, tabasco ou mignonette, assim como sobremesas para, com açúcar e com afeto, tentar animar os espíritos.

A “tristeza” contrasta com a decoração inconfundível deste espaço, com os dourados e as cortinas brilhantes a servirem de cenário a um ambiente que se quer único e cinematográfico.

O espaço fica na Calçada Ribeiro Santos, número 25, em Lisboa, e está aberto de segunda a quinta-feira, das 20 horas às duas da manhã e de sexta-feira a sábado, das 20 às três horas. Domingo abre das 17 horas à meia-noite.

 

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