“O fundo de emergência deve ser sempre o primeiro patamar de poupança e devemos começar a constituí-lo o quanto antes”, diz Bárbara Barroso

“O fundo de emergência deve ser sempre o primeiro patamar de poupança e devemos começar a constituí-lo o quanto antes. Depois disso, podemos pensar em passar para outro patamar e começar, por exemplo, a investir as poupanças”, considerou a CEO da MoneyLab na Conferência “Poupar e Investir para um Futuro Melhor”.

Cristina Bernardo

“O fundo de emergência deve ser sempre o primeiro patamar de poupança e deve-se começar a constituí-lo o quanto antes. Depois disso, podemos pensar em passar para outro patamar e começar, por exemplo, a investir as poupanças”, disse Bárbara Barroso, CEO da MoneyLab na Conferência “Poupar e Investir para um Futuro Melhor”, que decorreu no Epic Sana Marquês, em Lisboa.

“No fundo de emergência, deverá constituir uma poupança que lhe permita suportar o equivalente a entre seis a doze meses das suas despesas mensais. Isto significa que, se as suas despesas mensais forem equivalentes a 1000 €, deverá ter no seu fundo de emergência entre 6 a 12 mil euros”, acrescentou a CEO da MoneyLab.

“Tratando-se de uma poupança destinada a suprir imprevistos, é imprescindível também que o dinheiro do fundo de emergência seja fácil de mobilizar – tem de conseguir aceder-lhe rapidamente, quando precisar. Daí que outro dos critérios a cumprir seja o da elevada liquidez. Por último, idealmente, deveria ter o dinheiro do fundo de emergência aplicado em produtos que superam a inflação. Os depósitos a prazo e os certificados de aforro são das duas alternativas possíveis para aplicar o dinheiro do seu fundo de emergência”, aconselha Bárbara Barroso.

 

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