Obama define última missão: Pôr fim à crise na Ucrânia

Desde 2014, o conflito armado entre os separatistas e as autoridades já vez mais de 9 mil mortos na Ucrânia. É a leste que o ainda presidente dos EUA definiu a sua última missão enquanto inquilino da Casa Branca.

Brendan McDermid/Reuters

A resolução do conflito na Ucrânia é um dos problemas a que o ainda presidente dos Estados Unidos Barack Obama quer pôr um ponto final até terminar o mandato, em janeiro.

O líder norte-americano esteve este este fim-de-semana reunido com Vladimir Putin para tentar negociar uma solução para o conflito armado na Crimeia que dura há mais dois anos.

“Falei com ele [Vladimir Putin] sobre a Ucrânia e sobre a necessidade de regular a questão”, afirma Barack Obama. “Pressionei-o no sentido de dar instruções aos seus negociadores para que trabalhem connosco, com França, com a Alemanha e com a Ucrânia para ver ser podemos chegar a um acordo antes do fim do meu mandato”, acrescenta.

A Ucrânia é palco de confrontos desde abril de 2014, na sequência da deposição do presidente Viktor Yanukovych e das reinvenções por parte da península da Crimeia, no sul do país, em tornar-se independente da nação ucraniana e em tentar uma reaproximação à Rússia.

O conflito que opõe os separatistas pró-russos – que confirmam serem apoiados militarmente pela ex-URSS – e as Forças Armadas ucranianas já fez mais de 9 600 mortos.

Obama deixa a Casa Branca a 20 de janeiro, dando posse a Donald Trump.

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