Odebrecht constrói ligação à maior barragem angolana por 730 milhões

A gigante brasileira da construção foi a escolhida para construir o sistema de transporte e ligação da eletricidade produzida no Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca. O contrato que a Odebrecht conquistou contempla o projeto executivo, fornecimento, construção e colocação em serviço do sistema de transporte de energia associado à barragem de Laúca, na província do Cuanza […]


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A gigante brasileira da construção foi a escolhida para construir o sistema de transporte e ligação da eletricidade produzida no Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca.

O contrato que a Odebrecht conquistou contempla o projeto executivo, fornecimento, construção e colocação em serviço do sistema de transporte de energia associado à barragem de Laúca, na província do Cuanza Norte, que, a partir de 2017, será a maior barragem angolana.O grupo brasileiro também já é responsável pela empreitada de construção da barragem no rio Kwanza.

A partir de 2017, o Aproveitamento Hidroelétrico de Laúca produzirá cerca de 2.070 MW de eletricidade, mais do dobro da capacidade das duas barragens já em funcionamento no mesmo rio, mas ainda insuficiente para as necessidades do país.

Esta barragem foi encomendada pelo Estado angolano por 4,3 mil milhões de dólares (3,9 mil milhões de euros), envolvendo financiamento da linha de crédito do Brasil, para vir a servir cinco milhões de pessoas.

Entre os atuais cerca de 7.100 trabalhadores, sobretudo angolanos, há 26 portugueses diretamente contratados pela Odebrecht e mais 249 ao serviço das empresas subcontratadas de origem portuguesa, como a Somague Angola, Teixeira Duarte, Epos, Tecnasol e Ibergru.

A construção está já praticamente a 50% de concretização e, só em betão, envolverá o equivalente à edificação de 40 estádios de futebo, explica a Odebrecht.

OJE

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