Aprenda mais para liderar melhor

Às vezes, é preciso dar o salto. Um salto de coragem, às vezes, de fé. Um salto no vazio, um salto em frente. É preciso acreditar – mais – em nós e nos outros. Há momentos na vida em que sentimos necessidade de evoluir. Talvez continuar um percurso que já tínhamos começado, talvez partir do zero. O que importa, na realidade, não é o ponto de partida, mas o de chegada. E você, onde é que quer chegar?

“Lembrar-se de que vai morrer é a melhor forma de tomar grandes decisões. Porque tudo – expectativas, vergonha, medo de falhar – cai diante da morte. Não há razões para deixar de seguir o seu coração”. A frase é de Steve Jobs, num discurso, em 2005, na Universidade de Stanford. Passou mais de uma década e as palavras do fundador da Apple continuam a inspirar milhões de pessoas por todo o mundo que ambicionam ser empreendedoras e, sobretudo, líderes nas suas áreas.

Mas, afinal, o que faz de alguém um bom CEO, um bom executivo, um líder?

Será que um líder é aquele que dá o exemplo, que indica o caminho? É alguém que tem estratégia? Mais competências, mais conhecimento? É alguém que conhece o mercado, sabe onde está e para onde vai?

Henry Ford defendia que um líder é aquele que “não encontra a falha”, mas “o remédio”. Para Ronald Reagan, o segredo estava em “delegar autoridade” e “sair do caminho”. Já Abraham Lincoln dava um conselho: “Em tudo o que tiver de ser, seja bom”. Mas, na opinião de John F. Kennedy, existiam dois ingredientes “indispensáveis um ao outro”: “liderança e aprendizagem”.

Será, então, que a liderança aprende-se? Os antigos alunos do PAGE – o Programa Avançado de Gestão para Executivos – da Universidade Católica acreditam que sim. Para Carlos Custódio, participante no PAGE 60 e diretor-geral da Águas de Cascais, frequentar este programa deu-lhe “a possibilidade de interagir e aprender com um corpo docente de elevado prestígio e de ser integrado num grupo de trabalho com diversas formações profissionais e percursos”, o que, na sua opinião, é “uma mais valia que perdura no tempo”. Já Rita Nabeiro, participante no PAGE 51 e CEO da Adega Mayor, considera que “a partilha e a troca de impressões” com os professores e “colegas de outras áreas” foram “a base do programa”. Na opinião de Luís Henriques, Participante no Page 65 e gerente da Intelidata/CIGNON, o mais importante foi “o networking” que criou e ainda hoje mantém com pessoas de vários ramos de negócio. A “reputação” foi o principal factor que pesou na escolha de Joana Soeiro, participante no PAGE 66 e diretora de Hotel no Grupo Pestana, e não se desiludiu: “Fiquei muito satisfeita com a escolha quando terminei o curso”, assegura.

Prestígio, aprendizagem, excelência, reputação são apenas palavras utilizadas para descrever aquilo que todos consideram ter sido uma experiência de vida. Uma experiência para a vida. A aprendizagem mudou-lhes o olhar, o ponto de vista. Voltaram outros, com outras cabeças. Saíram mais ricos, mais cientes de si próprios, com capacidades que muitos desconheciam ter, com competências que talvez nem tivessem ambicionado. Saíram mais preenchidos – não só no curriculum e nas habilitações académicas – mas na vida. Descobriram-se a eles próprios e aos outros. Fizeram contactos, alargaram redes criaram laços. A verdade é que há experiências que não têm preço.

A Formação de Executivos da CATÓLICA-LISBON é atualmente reconhecida a nível nacional e internacional como uma das 50 melhores Business Schools do mundo, sendo a melhor escola portuguesa, e uma das 20 melhores da Europa, de acordo com o ranking do Financial Times. O PAGE – Programa Avançado de Formação de Executivos – começa no dia 18 de maio e as candidaturas já estão a decorrer. Já pensou se quer ser um líder?

 

 

Este conteúdo patrocinado foi produzido em colaboração com a Católica LSBE.

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