Opel Insignia 2.0 CDTI: 170 cv no silêncio e economia surpreendente

Viajar? Trabalho? Opção por carros pequenos? Não pense nisso. O Opel Insígnia destrói os mitos. Pode ser grande, económico e respeitar o silêncio. Pura adrenalina em família. Este poderia ser um slogan do novo Insignia 2.0 CDTI com 170 cv de potência. Respeita o ambiente, é económico, grande e tem presença. O Insignia destrói o […]


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Viajar? Trabalho? Opção por carros pequenos? Não pense nisso. O Opel Insígnia destrói os mitos. Pode ser grande, económico e respeitar o silêncio.

Pura adrenalina em família. Este poderia ser um slogan do novo Insignia 2.0 CDTI com 170 cv de potência. Respeita o ambiente, é económico, grande e tem presença. O Insignia destrói o mito urbano de que não se pode ter tudo num carro acessível.

Este é um topo de gama da Opel, mas que abre portas ao cidadão comum. O novo Insignia com o motor de 170 cv e 400 Nm de binário consegue atingir os 225 Km e acelera dos zero aos 100 Km/h em 9 segundos. O consumo anunciado pela fábrica é de 4,3 L/100 Km em circuito misto, mas no teste que fizemos ficámos nos 5,5 L/100 Km, o que não deixa de ser uma boa prestação.
A questão das vibrações e do ruído é crucial num carro deste segmento e os engenheiros conseguiram-no. As melhorias centraram-se nas partes superior e inferior do motor. O novo desenho da cabeça de cilindros construída em alumínio, incluindo acrescento de uma cobertura separada da tampa de válvulas, com fixações independentes e vedantes, reforça a atenuação do ruído.

O coletor de admissão foi envolvido numa cobertura de camada única, feita de material absorvente de som. Na parte inferior do motor foi instalado um novo módulo de amortecimento de vibrações, com estrutura de alumínio fundido a alta pressão.  Refere a marca que esta redução do ruído foi ajudada pela otimização dos padrões de injeção de combustível para diminuir o ruído da detonação, sem comprometer a economia de combustível. Ora este é outro ponto muito forte deste motor, o qual não necessita de “overboost” auxiliar para chegar aos 400 Nm. A injeção direta de combustível está a cargo de um sistema common rail da mais recente geração. Neste turbodiesel da Opel o turbocompressor de geometria variável incorpora um acionador elétrico em vez de um acionador de vácuo, o que resulta numa resposta mais rápida em 20%.

O valor de base está nos 39.580 euros, mas em termos operacionais não é de afastar um investimento um pouco superior e usufruir do sistema de câmara Opel Eye com radar que custa 1350 euros; ou ainda a câmara traseira de assistência ao estacionamento por mais 300 euros; ou ainda a suspensão com controlo eletrónico FlexRide por mil euros.

OJE

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