Operação Marquês termina em março

O gabinete de imprensa da PGR adiantou que “face à informação recolhida, a procuradora-geral entende não se justificar qualquer reponderação do prazo estabelecido.”

Hugo Correia/Reuters

A procuradora-geral da República decidiu manter o mês de março como o escolhido para a possível acusação que envolve o antigo primeiro-ministro, José Sócrates.

Havendo possibilidade de reponderar o prazo para a conclusão da investigação do antigo ministro e mais 16 arguidos, a decisão não foi tomada nesse sentido continuando o prazo de 180 dias a contar a partir de setembro em vigor.

Joana Marques Vidal admitiu estender o prazo caso necessário, mediante “requerimento fundamentado dos magistrados titulares do inquérito e de respetiva informação hierárquica”, segundo divulgam meios de comunicação.

O gabinete de imprensa da PGR adiantou que “face à informação recolhida, a procuradora-geral entende não se justificar qualquer reponderação do prazo estabelecido.”

A equipa de investigadores tem concentrado o trabalho nos negócios da Portugal Telecom, desde a OPA da Sonae, em 2006, aos negócios da PT no Brasil, em particular a venda da Vivo e a entrada no capital da Oi, em 2011.

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