Operação “Vórtex” com “reflexo negativo” na imagem do PSD

Montenegro garante que não está “fragilizado” com a investigação que envolve Pinto Moreira, mas PSD teme efeitos negativos deste caso. “Tem sempre um reflexo negativo”, admite Guilherme Silva.

Envolvido na Operação Vórtex, que levou à prisão preventiva do ex-presidente da Câmara Municipal de Espinho, Miguel Reis (PS), o deputado do PSD Joaquim Pinto Moreira garantiu estar inocente, mas não conseguiu evitar os danos reputacionais para o partido.

Pinto Moreira é um dos homens de confiança de Luís Montenegro e o caso acabou por fragilizar a capacidade do PSD de fazer oposição numa altura em que o Governo enfrenta várias polémicas. “A mim não me fragiliza nada. Nem me intimida”, disse, esta sexta-feira, o presidente do PSD, garantindo que não se sente “diminuído nem perturbado” com este caso. “A minha capacidade de ação mantém-se plena”, acrescentou Luís Montenegro.

O ex-líder parlamentar socialdemocrata Guilherme Silva, confrontado pelo NOVO com o envolvimento de Pinto Moreira na investigação, afasta a ideia de que o PSD e o líder fiquem fragilizados, mas admite impacto negativo. “Naturalmente que qualquer situação menos abonatória e que possa envolver qualquer indiciação criminal em relação aos militantes tem sempre reflexo negativo para o partido”, diz.

Leia o artigo na íntegra na edição do NOVO que está, este sábado, dia 21 de Janeiro, nas bancas.

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