PremiumOposição a Orbán vai entrar em modo ‘todos contra um’

O líder nacionalista, especialista em maiorias absolutas e que venceu o ‘braço de ferro’ com a União Europeia, parece inamovível. Mas talvez haja uma espécie de primavera de Budapeste em 2022.

Seis partidos da oposição húngara vão tentar o que a maioria dos analistas considera ser basicamente impossível: impedir mais uma vitória do primeiro-ministro Viktor Orbán nas eleições legislativas de 2022 (possivelmente no início do segundo trimestre), de que resultaria mais um mandato para o líder nacionalista de direita que já conta com três maiorias absolutas no seu currículo.

Os motivos da coligação – que junta partidos quase de um extremo ao outro do espectro político, o que desde logo quer dizer que seria impossível conviverem com um mínimo de eficácia no seio de um governo comum – são o desperdício: a regra de um mínimo de 5% dos votos para ter lugar no Parlamento (a Dieta) deixa de fora uma série de formações políticas que em coligação podem não só sonhar com a eleição, mas principalmente retirar lugares ao poderoso partido Fidesz do primeiro-ministro e à sua coligação com o Partido Popular Democrata-Cristão, que assegura a governação.

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