Orçamento de Estado e a Madeira

Na discussão em especialidade, é fundamental que o governo liderado por António Costa, não continue a fingir que vai ajudar a Madeira, sob pena do mesmo passar a não ter credibilidade entre os madeirenses! Senão vejamos, este Orçamento de Estado para 2018 não incluiu nenhuma verba para apoiar o regresso de milhares de emigrantes à nossa Região! Por outro lado, é completamente inaceitável que a Madeira continue a pagar juros da dívida contraída ao Estado, muito superiores àqueles que o próprio Estado paga aos credores estrangeiros.

À semelhança do que sucedeu em 2017 e, atendendo ao orçamento para 2018, a Madeira poderá voltar a não ser ressarcida pela República, pelos custos que tem assumido em áreas como a saúde, emigração, transportes, segurança social e fiscais. Na discussão em especialidade, é fundamental que o governo liderado por António Costa, não continue a fingir que vai ajudar a Madeira, sob pena do mesmo passar a não ter credibilidade entre os madeirenses! Senão vejamos, este Orçamento de Estado para 2018 não incluiu nenhuma verba para apoiar o regresso de milhares de emigrantes à nossa Região! Por outro lado, é completamente inaceitável que a Madeira continue a pagar juros da dívida contraída ao Estado, muito superiores àqueles que o próprio Estado paga aos credores estrangeiros. É uma questão da mais elementar justiça que o Governo da República não se aproveite de todos nós nesta matéria e reduza a taxa de juro permitindo uma poupança de 12 milhões de euros anuais aos cofres regionais!

Por outro lado, a construção do novo hospital volta a não ter consubstanciada nenhuma verba no orçamento. Afinal o compromisso do senhor primeiro-ministro que pagaria  50% de toda a obra mais o equipamento do futuro hospital é para cumprir ou não? Dois orçamentos e zero verbas! Há igualmente dossiers como o dos subsistemas de saúde das forças de segurança e das forças armadas que significam uma dívida à Região na ordem dos 17 milhões de euros, mas que tem sido sucessivamente adiada a sua resolução! Estas matérias assim como a implementação, com a máxima urgência, de um novo subsídio social de mobilidade que permita ao residente pagar apenas 86 euros e ao estudante 65 euros, irão constar de um conjunto de propostas que iremos integrar no conjunto que o grupo parlamentar do CDS irá apresentar até ao próximo dia 17 do corrente mês para serem discutidas na especialidade. Veremos se a maioria de esquerda que suporta este governo as aprovará, ou fará como em 2017, recusando-as prejudicando quem vive nesta Região!

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