Ordem dos Advogados alerta conselhos regionais para “desequilíbrios orçamentais”

Segundo a Ordem dos Advogados, o conselho regional do Porto foi o único entre os sete que existem no país que apresentou um orçamento equilibrado, mas “está em risco de perder as suas instalações”

A Ordem dos Advogados (OA) indicou este sábado que foi aprovado “por ampla maioria” o orçamento para 2023, mas apelou para que os conselhos regionais “controlem os desequilíbrios orçamentais que evidenciaram nos seus orçamentos”.

Em comunicado, a OA refere que foi aprovado, na sexta-feira em assembleia-geral, “por ampla maioria” os orçamentos do conselho geral e o consolidado da Ordem dos Advogados para 2023.

A Ordem dos Advogados precisa que a discussão e votação dos orçamentos foi a única ordem de trabalhos da assembleia-geral, tendo o vogal tesoureiro do conselho geral da OA manifestado preocupação por seis dos sete conselhos regionais terem apresentado “orçamentos deficitários”.

Segundo a OA, o conselho regional do Porto foi o único que apresentou um orçamento equilibrado, mas “está em risco de perder as suas instalações”. Caso isto venha acontecer, vai “obrigar também a rever o orçamento, que ficará igualmente com défice”.

Nesse sentido, refere o comunicado, foi efetuado um apelo aos conselhos regionais para que controlem os desequilíbrios orçamentais que evidenciaram nos seus orçamentos.

Os perto de 34 mil advogados vão votar entre segunda-feira e quarta-feira para eleger, entre sete candidatos, o bastonário da Ordem dos Advogados, naquele que será o segundo ato eleitoral a realizar-se com recurso a voto eletrónico.

No total, são sete os candidatos a bastonário para o triénio 2023-2025, um número recorde nos anos mais recentes de eleições na Ordem dos Advogados.

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